Os meus 5 anos de IGN Brasil foram como uma aventura de Final Fantasy

Antes de entrar no IGN Brasil, eu havia jogado Final Fantasy XV e assistido ao filme Final Fantasy VII: Advent Children; era a isso que o meu conhecimento da clássica franquia da Square Enix estava limitado (eu sei, é lamentável). Este ano, completei cinco anos de casa, e meu repertório de FF cresceu – e muito.

Nesse meio tempo, convencido pelas súplicas incessantes do meu ex-colega Diego Lima, joguei Final Fantasy IX, e me redescobri na série (FFIX foi meu game preferido de 2020, por sinal). Pouco depois, eu me vi jogando o VII original, o remake do VII, o VIII, o X, o XIII e, enfim, o MMORPG aclamado pela crítica, Final Fantasy XIV, que se tornou um dos meus jogos preferidos de toda a vida.

Foi em meio a essas grandiosas aventuras com personagens inesquecíveis e uma trilha sonora fantástica que vejo, hoje (11), no meu último dia trabalhando no IGN Brasil, que vivi os meus últimos cinco anos em uma história digna de Final Fantasy, com a clara exceção sendo a falta de magia e perigos escatológicos – gosto de crer que dei até uma bela surra em deus (o SEO).

 
Final Fantasy XIV: Endwalker. Imagem: Square Enix

Ao chegar aqui, fiz novos amigos, que hoje posso chamar de irmãos, e os adicionei à minha party. Todos com objetivos em comum: crescer e levar o melhor do jornalismo gamer ao público brasileiro. Conheci pessoas, dentro e fora da minha equipe cotidiana, com diferentes especialidades, e integrei os conhecimentos e as histórias que elas traziam à minha própria pessoa; ...

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