"Onlyfans": Geisy Arruda e Nati Casassola revelam pedidos incomuns

Geisy Arruda e ex-BBB Natalia Cassola contam os pedidos do Onlyfans (Foto: Reprodução/Instagram)
Geisy Arruda e ex-BBB Natalia Cassola contam os pedidos do Onlyfans (Foto: Reprodução/Instagram)

O "Onlyfans" não sai mais da boca do povo e a sister Key Alves, do BBB 23, trouxe o assunto mais uma vez. Em uma conversa na área externa da casa, ela revelou que tem apostado na criação de conteúdo adulto e, inclusive, já faturou uma boa grana na plataforma.

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O que chamou atenção também foram os pedidos mais incomuns que ela recebe nesse ramo. Enfática, Key disse que seus pés fazem sucesso! E ela não é a única, viu? A influenciadora e modelo Geisy Arruda contou ao Yahoo algumas das demandas mais diferentes que pedem por lá. Ela, que está na plataforma há mais de um ano, vê no "Onlyfans" uma forma de independência financeira e liberdade sexual.

"Baseado no tenho que de feedback, eles gostam muito de pés, como foi dito no 'Big Brother'. São os 'podos', apaixonados por podolatria. Existem homens que têm fetiche por cor de esmalte. Então, é tipo, 'quero seu pé pintado de branco'. Gostam muito de axila, pescoço, poses, como a do 'anjo', fotos chupando dedo no pé... Ter duas mulheres ali gostam também. Coisas com xixi, a 'chuva dourada'", elenca.

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O público de Geisy, em específico, gosta de coisas mais ousadas, como inversão de papéis (quando a mulher usa uma cinta com pênis de borracha). "Tento intercalar para não ficar a mesma coisa de sempre", pondera a poderosa.

Terapeuta de homens casados

E, se tem gosto para tudo, a ex-BBB Nati Casassola também tem seus pedidos especiais. A sister entrou na plataforma há dois anos e tem curtido bastante o trabalho. "Minhas amigas me motivaram a entrar. Como não existe mais 'Playboy', a plataforma virou uma forma de aparecer mais e ter um dinheiro extra", explica. Sobre seu público, ela revela:

"Os caras sempre vão lá mais para conversar comigo, ter um momento mais íntimo, de fazer perguntas... Até mesmo homens casados perguntam como podem levar mais a sério os relacionamentos, pedem minha opinião se tem algum problema [na relação]. E, claro, muita foto de pé. Nem sabia que existia esse mundo. É grande a adoração por pés".

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Dizendo "sim" à liberdade!

Sexo é bom (para quem gosta, claro) e falar sobre ele ajuda tanto a ter uma vida mais prazerosa, como também a deixar de lado tabus e preconceitos. O trabalho com conteúdos adultos, por exemplo, deu para Ana Seraphine a independência financeira que precisava ao sair da casa dos pais.

Hoje, aos 23 anos, ela vende seus packs (pacotes de fotos e vídeos sensuais) na plataforma "Privacy", uma espécie de concorrente do "Onlyfans", onde está há dois anos. Ela, inclusive, dá uma boa dica para quando formos falar do assunto:

"Bizarro não é a palavra correta (para se referir aos fetiches), porque coloca a ideia de aquilo é errado. Acho que tudo que não fere lei alguma, não deve ser chamado assim, porque gera muitos estigmas e repressões".

A jovem é @anaseraphine no Twitter, onde também divulga os packs! (Foto: Arquivo pessoal)
A jovem é @anaseraphine no Twitter, onde também divulga os packs! (Foto: Arquivo pessoal)

Sobre os fetiches incomuns que lhe pedem (e nem sempre ela cumpre, quis deixar claro), disse que há uma demanda alta pelos 'scats', vídeos de fezes. "Já pediram também para enviar peças de roupas, calcinhas, meias. Gostam muito de ver também 'skirt', que é quando você está tendo orgasmo e sai muito líquido de você", explica.

Objetificadas?

A questão financeira está presente nas falas de nossas três entrevistadas e, além disso, o prazer em estar em um lugar onde você mesma controla seu corpo, as fotos, a maneira como tudo é feito, faz com que esse tipo de trabalho tenha ganhado mais adeptas.

Geisy, por exemplo, é sua própria produtora. Ela conta com ajuda de uma equipe, mas não deixa de resolver o que acha necessário: tema da semana, locação, cabelo, vestimentas e mais. Se a modelo se sente objetificada? Ela responde: "Na verdade, tudo que eu faço, vão me criticar. Eu venho de uma hostilização por usar um vestido curto. Preferi ser livre, fazer o que quero, ser sexy, sensual e ganhar dinheiro. Parei de tentar agradar as pessoas", reflete.

Nati também está satisfeita com essa fase. Ela conta com uma equipe, mas faz questão de responder cada pessoa que lhe contata. "Vira uma marca, uma empresa. Se levar a sério, dá para ter uma renda boa. A dica que dou é essa: leve a sério. É um trabalho, é uma profissão. As pessoas que vão assinar realmente gostam de você. Tem que se dedicar", conclui.