Em novo álbum, Eminem pede controle do uso de armas de fogo nos EUA

O rapper americano Eminem surpreendeu os fãs nesta sexta-feira (17) ao lançar seu novo álbum, "Music to be Murdered by", no qual ele faz um apelo contra o uso de armas de fogo, embora não deixe para trás as controvérsias que sempre o acompanharam.

Na música "Darkness", o artista de 47 anos, que deixou para trás grande parte de sua agressividade nos últimos anos, conta a história de um homem prestes a realizar um massacre.

O videoclipe termina com uma mensagem na qual os fãs são convidados a votar para reforçar as leis sobre a posse de armas de fogo.

Este é o décimo primeiro álbum solo do rapper que, durante a primeira metade de sua carreira, na qual teve mais destaque no cenário musical, se dedicou a provocar os Estados Unidos com seu alter ego violento e sádico, Slim Shady.

Outra canção do álbum, "Unaccommodating", gerou críticas por suas referências ao ataque a bomba que ocorreu durante um show da cantora Ariana Grande em Manchester em 2017, no qual 22 pessoas morreram.

Em 2018, o Eminem já havia lançado um álbum inesperado, "Kamikaze", no qual também criticou a National Rifle Association (NRA), poderosa entidade que defende o porte de armas de fogo nos Estados Unidos.

O último álbum do cantor de Detroit, considerado por algum tempo o melhor rapper do país, apresenta participações de Ed Sheeran, Skylar Gray e Q-Tip, do lendário grupo A Tribe Called Quest.