'Não acho possível desenhar horror sem negatividade', diz Junji Ito em entrevista ao IGN Brasil; leia

Com a alcunha de "mestre do horror japonês", Junji Ito é internacionalmente reconhecido por seus mangás singulares que elevam as sensações de medo a um novo patamar. Tendo lugar cativo entre os leitores brasileiros, que foram agraciados com mais de dez encadernados em um curto intervalo de tempo, o irreverente autor é uma mina de criatividade preparada para surpreender a cada virada de página. Em meio ao lançamento no Brasil do mangá Contos de Horror de Mimi e também a série, produzida pela Netflix, Junji Ito: Histórias Macabras do Japão, conversamos com o mestre sobre processo criativo, eventos paranormais, jogos e muito mais.

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Diferente do clássico ocidental de se aproveitar de jump scares para causar medo no público, a obra de Junji Ito geralmente parte de uma premissa simplista e choca justamente por tomar caminhos completamente desconfortáveis e assustadores. Personagens aficionados por espirais que começam a enlouquecer aos poucos; estudantes que viram caracóis; e jovens que precisam segurar a própria cabeça para elas não escaparem são apenas alguns dos conceitos surpreendentes do autor que, diferente da personalidade sempre irreverente em entrevistas, não se considera positivo em sua essência.

"Eu acho que essencialmente sou uma pessoa negativa. Quando eu era mais jovem, isso era mais acentuado, mas com o passar dos anos fiquei mais descontraído. Talvez possa se dizer que eu mudei para uma personalidade relativamente positiva, mas não acho possív...

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