Mulheres negras estão mais expostas a problemas no parto no Brasil

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A médica de família Júlia Rocha, convidada do ‘É Normal?’ desta semana fala sobre um braço da medicina chamada de medicina humanizada.

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“Quando pensamos em um médico ser humano tratando outro ser humano, e se eu preciso lembrar que é para tratar de uma forma humanizada, é porque alguém, alguma coisa ou algum sistema desumanizou, coisificou, tirou daquele ser humano o direito de ser um humano”.

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Existem muitos relatos de atendimentos médicos brutais principalmente relacionados à discriminação sexual e racial. E quem mais sofre com isso é a mulher negra. “Mulheres negras estão expostas a piores desfechos obstétricos somente por serem negras, não importando sua classe social”, diz a dra. Júlia.

A profissional explica que isso é consequência do racismo estrutural no Brasil. “Não é porque a pessoa é negra ou tem um problema relacionado à raça e por isso ela vai morrer. A questão não é raça, a questão é racismo”, explica, e reforça que o tratamento oferecido às pessoas negras é diferente do que é dado às pessoas brancas. Confira no vídeo acima.

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