Mourão atribui queda de popularidade de Bolsonaro a “ruído” sobre vacinação e sobre Manaus

Redação Notícias
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BRASILIA, BRAZIL - APRIL 17: Vice president of Brazil Hamilton Mourão reacts during the sworn-in of newly appointed Health Minister Nelson Teich amidst during coronavirus (COVID-19) pandemic at the Planalto Palace on April, 17, 2020 in Brasilia. President Bolsonaro has fired outgoing Minister of Health Luiz Henrique Mandetta on Thursday 16th over differences in coronavirus strategy. Brazil has over 30,000 confirmed positive cases of Coronavirus and 1956 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - APRIL 17: Vice president of Brazil Hamilton Mourão reacts during the sworn-in of newly appointed Health Minister Nelson Teich amidst during coronavirus (COVID-19) pandemic at the Planalto Palace on April, 17, 2020 in Brasilia. President Bolsonaro has fired outgoing Minister of Health Luiz Henrique Mandetta on Thursday 16th over differences in coronavirus strategy. Brazil has over 30,000 confirmed positive cases of Coronavirus and 1956 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, nesta segunda-feira (25), que a queda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro é fruto de “bastante ruído” envolvendo os problemas na vacinação contra covid-19 no Brasil e à crise de falta de oxigênio em Manaus (AM).

"Está havendo um momento aí, vamos dizer assim, de bastante ruído por dois aspectos. Um aspecto é a questão da vacina, da vacinação que, no momento que for esclarecido que o governo está fazendo o possível e o impossível para ter um fluxo contínuo. E também a questão de Manaus, no momento que isso for esclarecido, acho que diminui este ruído."

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"E, óbvio, tem as eleições das duas Casas do Legislativo que influi. Então, semana que vem, acho que baixa um pouco as tensões", disse Mourão a jornalistas ao chegar à Vice-Presidência nesta segunda (25).

Na sexta-feira, pesquisa Datafolha apontou o aumento de oito pontos percentuais na reprovação ao governo Bolsonaro, que passou de 32% para 40% e superou novamente a aprovação, que caiu de 37% para 31%, em meio ao agravamento da crise causada pela pandemia.

No fim de semana, movimentos de esquerda e de direita fizeram carreatas em várias capitais, pedindo o impeachment do presidente.