Morte de Gal Costa repercute na imprensa internacional e a chama de 'ícone'

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A morte de Gal Costa, uma das maiores vozes da música popular brasileira, na manhã desta quarta-feira (9), aos 77 anos, repercutiu na imprensa internacional. Veículos de imprensa de vários países, como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha, se referiram à cantora como "ícone", "musa" e "lenda".

O canal americano Fox 5 descreveu a cantora como um ícone dos movimentos da Tropicália e música popular brasileira em quase seis décadas de carreira. "A soprano de cachos rebeldes de cabelos escuros ficou mais conhecida por emprestar sua voz única a composições."

O jornal inglês The Guardian definiu a cantora como uma musa da cena musical popular do Brasil no final dos anos 1960. "Ela cantou com alguns dos maiores nomes da música brasileira, incluindo Tom Jobim, Chico Buarque, Milton Nascimento e seu amigo Caetano Veloso."

O El País destacou que a cantora era amiga íntima de Caetano Veloso e Gilberto Gil. "Foi uma das lendas de seu país, e pertenceu à geração que fez sucesso nos anos 70, enquanto o Brasil sofria com a ditadura militar."

O argentino Clarín descreveu Gal como "uma extraordinária cantora" ao informar que a notícia da morte da cantora viralizou rapidamente. Enquanto a rádio francesa RFI noticiou que a cantora era uma lenda da música brasileira.

A CNN americana destacou que a morte da cantora trouxe uma onde luto e condolências à família do mundo da música, especialmente Gilberto Gil, seu amigo de longa data e que a chamava de irmã.