‘Moro é um cara de extrema-direita’, diz Ciro Gomes sobre ex-ministro

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Ciro Gomes, presidential candidate of the Democratic Labor Party, arrives to vote in the general elections, in Fortaleza, Brazil, Sunday, Oct. 7, 2018. Brazilians choose among 13 candidates for president Sunday in one of the most unpredictable and divisive elections in decades. If no one gets a majority in the first round, the top two candidates will compete in a runoff. (AP Photo/Edmar Soares)
Candidato em 2018, Ciro Gomes já é projetado como um dos que disputarão o pleito em 2022 (Foto: AP Photo/Edmar Soares)

Ciro Gomes (PDT) comentou hoje as especulações de que Sergio Moro, Luciano Huck, João Doria (PSDB-SP) e Luiz Henrique Mandetta estariam se articulando para formar uma chapa para as eleições de 2022.

“A fraude que campeia no Brasil não cede espaço. No dia em que Doria, Huck e Moro forem de centro, eu sou de ultraesquerda, o que eu nunca fui", afirmou. Ciro está em São Paulo nesta segunda-feira, 9, para participar de um evento de campanha de Márcio França (PSB).

Ciro Gomes ainda opinou que Moro ou Huck tem capacidade para serem presidentes da República em 2022. Sobre Doria, ele criticou a gestão do tucano no governo de São Paulo, mas disse que, pelo menos, tem histórico de gestão.

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“Foi um prefeito que mentiu para o povo, ele disse muitas vezes que não deixaria [a prefeitura] e largou. Foi eleito governador, está fazendo um governo muito ruim. Mas tem legitimidade, pode chegar e dizer: eu não sou um apresentador de televisão que nunca administrou nada.”

Ainda sobre Moro, o político classificou o ex-ministro como fascista: “Moro vendeu a toga em troca de um cargo e é um cara da extrema direita. O Moro se veste como os fascistas italianos da década de 30. O Moro é fascista", disse sobre Moro. Ciro também é visto como um possível candidato para 2022, até como possível aliado do PT. Ele e Lula se encontraram em setembro.