Morgan Freeman é proibido para sempre de entrar na Rússia

UNSPECIFIED LOCATION – MARCH 7: In this screengrab, Morgan Freeman speaks at the 26th Annual Critics Choice Awards on March 07, 2021. (Photo by Getty Images/Getty Images for the Critics Choice Association)
Morgan Freeman fala em videoconferência do Critics Choice Awards, em 2021 (Foto: Getty Images/Getty Images for the Critics Choice Association)

Resumo da notícia:

  • Morgan Freeman foi permanentemente banido da Rússia

  • Ator de 84 anos entrou na lista após narrar vídeo contra o país de Vladimir Putin em 2017

  • Além de Freeman, Mark Zuckerberg e Hillary Clinton estão entre os "indesejáveis" na Rússia

Morgan Freeman, um dos maiores nomes de Hollywood, foi permanentemente banido da Rússia. O ator de 84 anos está em lista de desafetos do país europeus que inclui Mark Zuckerberg, Hilary Clinton, Alexandria Ocasio-Cortez e John McCain.

As informações são da CNN. De acordo com a rede de notícias, a lista é uma resposta às sanções dos Estados Unidos contra a Rússia após a invasão das tropas de Vladimir Putin na Ucrânia neste ano.

Freeman passou a ser visto como um problema para a Rússia após narrar um vídeo promocional da organização chamada The Committee to Investigate Russia ("O Comitê para Investigar a Rússia", em tradução livre), em 2017.

No trabalho, o astro de "Um Sonho de Liberdade" (1994) e "Seven" (1995) ataca a Rússia. "Fomos atacados, estamos em guerra", diz ele. Rob Reiner, lembrado por "Harry e Sally - Feitos Um para o Outro (1989)", dirigiu o vídeo e também entrou na lista de indesejáveis.

Sobre a lista, o MInistério das Relações Exteriores da Rússia emitiu o seguinte comunicado. "Enfatizamos que as ações hostis tomadas por Washington, que retornam contra os próprios Estados Unidos, continuarão a receber uma rejeição adequada. As contra-sanções russas são forçadas e destinadas a forçar o regime dominante americano, que está tentando impor uma 'ordem mundial baseada em regras' neocolonial ao resto do mundo, a mudar seu comportamento, reconhecendo novas realidades geopolíticas", diz o texto.

"A Rússia não busca o confronto e está aberta ao diálogo honesto e mutuamente respeitoso, separando o povo americano, que sempre é respeitado por nós, das autoridades americanas, que incitam a russofobia, e daqueles que os servem. São essas pessoas que estão incluídas na 'lista proibida' russa", concluiu.

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