Mitos e verdades da série "Dahmer: um Canibal Americano" (contém spoilers)

A série "Dahmer: Um Canibal Americano", que é inspirada em fatos reais, está fazendo sucesso na Netflix.

Entre 1978 e 1991, Jeffrey assassinou 17 homens em dois estados norte-americanos: Wisconsin e Ohio.

Na lista do top 10 do Brasil há semanas, a produção conta como os crimes foram cometidos por Jeffrey Dahmer.

Mas o que é mito e o que é verdade na série? Confira!

Mudança na história da vizinha

Glenda Cleveland, interpretada pela atriz Niecy Nash, não era vizinha do serial killer.

Na verdade ela vivia em outro prédio na mesma rua que Jeffrey, na cidade de Milwaukee.

Além disso, para criar a personagem, eles usaram a história de duas testemunhas: a verdadeira Glenda Cleveland e Pamela Bass, vizinha de apartamento de Dahmer na época.

Polícias não atuaram corretamente

Na vida real os policiais de Milwaukee também "deixaram" o adolescente Konerak Sinthasomphone com o assassino.

Na série, Jeffrey deixa a vítima em casa para comprar bebidas e na volta o vê conversando com três mulheres, que chamaram a polícia.

Jeffrey convence os policiais que tudo era uma briga de namorados. As autoridades vão embora e deixam o jovem com ele, que acaba sendo morto.

Ingestão de sangue

Na série, Dahmer tem acesso a uma bolsa de sangue, que a bebe quando chega em seu apartamento.

Mas, na realidade, o assassino disse que provou sangue de um frasco, mas cuspiu o conteúdo na sequência.