“Mistura de medo, curiosidade, ansiedade e repulsa”: vamos falar sobre morte?

Fernando Rocha
·1 minuto de leitura

Paola Torres, médica oncologista, é a convidada da semana no ‘É Normal?’. A especialista tem um instituto chamado Roda da Vida, que trata sobre terminalidade e cuidados paliativos a pessoas com câncer. E nesse trabalho, ela encontrou a resposta para uma pergunta profunda. O que existe quando não vai existir mais nada? “Amor”, diz.

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Falar sobre morte é um tabu social e quase nunca é apresentado como o caminho natural da vida e algo que vai acontecer a todos os seres vivos. Mas quando a finitude da vida é confrontada por uma doença como o câncer, que pode ser mortal em determinados casos, a morte se torna uma possibilidade mais real e palpável. E para aqueles que estão indo, existe a necessidade de deixar algo.

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“Existe a sensação de que vai deixar alguma coisa no coração das pessoas. Para os que ficam, existe a sensação de que fizeram tudo que era possível”, diz a Dra. Paola.

A terminalidade da vida oferece a oportunidade para que as pessoas possam escolher sobre o destino de bens queridos, o que vai acontecer com arquivos e correspondências secretas, contas em redes sociais, tudo de uma forma muito aberta. “É importante que a gente permita que as pessoas que estão experimentando a terminalidade possam falar sobre isso, porque o grande problema é que, somente quando entramos em contato com nossa própria possiblidade de terminar, de partir, é que permitimos ao outro falar sobre isso”.

A especialista também releva como quais são os sentimentos mais associados à morte. “Mistura de medo, curiosidade, ansiedade e repulsa”. Assista o vídeo acima e confira.

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