Ministério Público pede inquérito sobre denúncias contra Felipe Prior

Felipe Prior foi acusado de estupro e tentativa de estupro (reprodução/instagram @felipeprior)

O Ministério Público do Estado de São Paulo decidiu no fim do dia desta sexta-feira (3) pedir a abertura de um inquérito policial para apurar as denúncias de estupro e tentativa de estupro divulgadas pela revista ‘Marie Claire’ contra Felipe Prior.

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No dia 17 de março as advogadas Maira Pinheiro e Juliana de Almeida Valente protocolaram uma notícia crime com o depoimento de três vítimas, testemunhas e laudos contra o arquiteto. “O MPSP requisitou instauração de inquérito policial para apuração dos fatos. O caso está sob sigilo”, disse órgão à colunista Patrícia Kogut.

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Um dos casos de estupro e a tentativa de estupro teriam ocorrido durante o InterFAU, que são os jogos estudantis da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em São Paulo. O texto da revista citava que a organização tinha ciência de um dos fatos.

Durante a tarde eles emitiram uma nota confirmando os atos. “Felipe Antoniazzi Prior, ex-aluno da Universidade Presbiteriana Mackenzie, não poderia ingressar e tampouco participar de nenhuma de nossas atividades a partir de outubro de 2018. Devido ao recebimento de mais de uma denúncia acusando-o de assédio, além de uma acusação de crime sexual durante o Interfau de 2018, a Comissão Organizadora através dos deveres atribuídos à ela, visando garantir a segurança e o bem estar de todos no evento, se reuniu no dia 21 de outubro de 2018, onde foi deliberada a expulsão permamente de Felipe Prior das demais edições do Intefau", diz a declaração do evento que é privado.

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