Michael Jackson escrevia em diário que temia ser assassinado: "pessoas querem me destruir"

Rafael Monteiro
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LOS ANGELES - APRIL 6:  Singer Michael Jackson arrives to the funeral services for lawyer Johnnie L. Cochran, Jr. at the West Angeles Cathedral on April 6, 2005 in Los Angeles, California.  (Photo by Frederick M. Brown/Getty Images)
Michael Jackson (Photo by Frederick M. Brown/Getty Images)

O livro ‘Bad: An Unprecedented Investigation into de Michael Jackson Cover-Up’, do jornalista Dylan Howard, mostrará textos de um diário que pertenceu a Michael Jackson. Em trechos obtidos pelo jornal Daily Mirror, o artista aparece refletindo sobre a sua imagem sobre a morte e, em determinado momento, diz que teme ser assassinado a qualquer momento.

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“Eu temo que alguém esteja tentando me matar. Há pessoas más por todos os lados. Elas querem me destruir e tomar controle das minhas empresas. O sistema quer me destruir pelo meu catálogo… Eu não irei vendê-lo”, diz Jackson sobre o direito das suas músicas.

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Planejando na época se "o primeiro artista multi-bilionário do mundo”, Michael tinha como objetivo passar a ganhar mais de US$ 20 milhões por semana. Ele se espelhava em artistas como omo Charlie Chaplin e Walt Disney para se tornar um "imortal" da cultura mundial. “Se eu não concentrar no cinema, não vou conseguir me tornar imortal”, dizia o cantor.

Segundo o livro, que deve ser lançado no exterior nas próximas semanas, Michael planejava investir o seu dinheiro na produção de filmes, mais precisamente remakes. Alguns clássicos estavam no seu radar, como ‘20 mil Léguas Submarinas’ (1954) e ‘Simbad e a Princesa’ (1958).

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