Mesmo com carreira breve, Caio Junqueira deixou sua marca no cinema

O ator em cena de ‘Tropa de Elite’ (Imagem: divulgação Universal)

O “aspira” Neto do primeiro ‘Tropa de Elite’, lançado em 2007, é certamente o papel mais marcante de Caio Junqueira no cinema. Com sua performance, como um jovem que passa por um intenso processo de brutalização para ganhar a casca-grossa necessária para fazer parte do Bope, ajudou a transformar o filme num dos maiores fenômenos da cultura pop brasileira, que saiu das telas para conquistar espaço no imaginário coletivo.

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Mesmo com sua morte precoce nesta quarta-feira, aos 42 anos, Junqueira teve tempo de deixar seu nome em alguns dos principais longas-metragens nacionais. Esteve, por exemplo, em ‘Central do Brasil’, como Moisés, um dos meio-irmãos do protagonista Josué (Vinícius de Oliveira), e também em ‘O Que é Isso, Companheiro?’, no papel do militante Julio. Ambos os filmes concorreram ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro, nas duas últimas vezes que o país esteve entre os indicados.

Além de estrelar outras produções bastante conhecidas, como ‘Abril Despedaçado’ e ‘Zuzu Angel’, o ator também participou de produções independentes, como ‘Quase Nada’ e ‘Seja o Que Deus Quiser’.

Também teve destaque em séries recentes, como ‘1 Contra Todos’ e ‘O Mecanismo’, no qual interpretou Ricky, um dos envolvidos nas acusações da operação inspirada nas investigações da Lava-Jato. Foi seu último trabalho, mais uma vez participando de uma produção de grande repercussão.

Nas redes sociais, o público prestou suas homenagens à Caio Junqueira lembrando de sua interpretação em ‘Tropa de Elite’. Confira alguns dos posts abaixo: