Mel Maia reflete sobre críticas a comportamento: "Acostumaram a me ver novinha"

Atriz falou sobre a recepção do público ao seu trabalho na festa de lançamento de "Vai na Fé"

Mel Maia em evento de
Mel Maia em evento de "Vai na Fé" (Foto: André Horta / Brazil News)

Resumo da notícia:

  • Mel Maia está prestes a estrear como "Guiga", em "Vai na Fé"

  • Atriz refletiu sobre as críticas que recebia por se comportar como a jovem adulta que é

  • Mel contou como reage aos haters na internet

Mel Maia cresceu fazendo papéis infantis de reconhecimento nacional, como a pequena Nina, de "Avenida Brasil", que marcou sua estreia na TV. Durante um tempo, isso gerou um choque em parte do público que acompanhou a atriz nos últimos anos e se surpreendia com fotos que exaltavam o corpo dela.

"Se o corpo é meu, eu tenho direito de fazer o que eu quiser, de postar a foto que eu quiser", ressalta Mel. "Acostumaram a ver essa imagem da Mel Maia novinha. Acho que esse negócio de fazer 18 anos... A galera teve um: 'Caramba, a Mel já está com 18 anos'. O tempo passa muito rápido. Entendo, mas acho que isso já passou, a galera já acostumou", avalia a atriz ao falar com veículos de imprensa, dentre eles o Yahoo, no evento de lançamento de "Vai na Fé".

A confraternização foi realizada no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, na noite desta terça-feira (10). Presente ao lado de colegas do elenco, Mel falou sobre sua personagem, Guiga. A atriz vai interpretar uma blogueira rica, inspirada em Lucrécia, de "Elite", e comparada a Chiara, de "Travessia".

Mel Maia (Foto: André Horta/Brazil News)
Mel Maia (Foto: André Horta/Brazil News)

Como a atriz lida com os haters?

Ainda sobre a exposição nas redes, Mel Maia foi alvo de críticas diversas vezes, mas sempre demonstrou pouco se importar com a opinião alheia. A atriz aponta que sofre hate desde nova e, da mesma forma que recebe energia positiva, fica sob julgamentos negativos.

"Foi necessário eu passar por tudo isso, foi um aprendizado para mim. Hoje em dia, sinceramente, tem que ser algo muito grave, muito grave, para tirar a minha paz. Acho que essa galera que fica falando mal não está fazendo nada em casa, tem ódio no coração e acho que a gente tem que deixar para lá. Uma tática que usei por muito tempo e uso até hoje é não ler. Se a gente não lê, como é que vai saber que está existindo?", indaga, de forma retórica.