'Medidas surtiram efeito e o Brasil precisa trabalhar', diz Crivella, sinalizando reabertura

ITALO NOGUEIRA
Marcelo Crivella. Photo: MAURO PIMENTEL/AFP

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), afirmou nesta sexta-feira (27) que estuda revogar gradualmente a suspensão de atividade nas cidades porque considera que as medidas tomadas já desaceleraram a contaminação pelo novo coronavírus.

Ele afirma que a expectativa no início do combate ao vírus era de que a cidade registrasse 2.200 casos neste sábado (28), mas até essa sexta (27) foram 431 casos confirmados. Há, contudo, 4.471 casos considerados prováveis --que considera todos os casos notificados de síndrome gripal.

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"A série foi diminuída em muito. No dia 28, era para termos 2.200. Não temos sequer 500. Número de internados nunca passou de 35 pessoas. Na UTI, algo em torno de 18 [são 22 apenas na rede administrada pela prefeitura]. Portanto, estamos pensando em ir voltando, aos poucos, às nossas atividades. As medidas que tomamos surtiram efeito e o Brasil precisa trabalhar", disse Crivella.

O prefeito se aproximou do discurso do presidente Jair Bolsonaro, que defendeu o "retorno à normalidade" e pediu o fim do fechamento de escolas e comércio. Crivella ampliou em mais 15 dias o fechamento dos colégios municipais.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), anunciou para prefeitos da região metropolitana que vai editar novo decreto mantendo por mais 15 dias as medidas restritivas no estado para o combate ao novo coronavírus.

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