Marina Ruy Barbosa pede adiamento do Enem e diz que a necessidade é 'urgente'

*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 11.11.2018 - A atriz Marina Ruy Barbosa durante o GP Brasil de F-1. (Foto: Greg Salibian/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marina Ruy Barbosa parece estar se posicionando mais nas redes sociais nos últimos tempos. Apesar de não ter comentado as polêmicas envolvendo seu tataravô que a levaram a ser "cancelada" há duas semanas, a atriz se irritou com comentários sobre o emagrecimento da cantora Adele e disse que internautas não deveriam palpitar sobre o corpo alheio: "Ela não precisava emagrecer pra ser linda. Ela sempre foi linda. E continua sendo linda. Tanto faz".

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Na tarde deste sábado (16), Marina publicou um textão em seu perfil no Instagram defendendo o adiamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), marcado para 1 e 8 de novembro na versão presencial e 22 e 29 de novembro na digital. Indo na contramão das medidas adotadas pela maioria dos países, o governo Jair Bolsonaro insiste em manter as datas das provas mesmo diante do cenário de incerteza causado pela pandemia do novo coronavírus, com escolas fechadas e grande parte dos brasileiros impossibilitados de estudar.

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"A discussão em torno do Enem só evidencia que aquela máxima 'se esforça, você consegue' é uma ilusão. Que tristeza ver tanta gente tão distante do mínimo necessário para ter saúde, do mínimo necessário pra estudar", disse Marina na legenda que acompanhou uma simples imagem da hashtag #AdiaEnem.

"Nunca desconfiaram de mim por causa da cor da minha pele. Jamais precisei mentir sobre a minha sexualidade. Não sei o que é passar fome. Não sei o que é me privar de estudar para trabalhar. Por isso, não posso falar o que todas essas pessoas sentem, vivem e enfrentam. Não carrego essa dor comigo. Não posso falar por elas. Tenho essa consciência. Mas dar voz a essas pessoas, a essas lutas é possível sim. Está ao meu alcance, ao nosso alcance e essa necessidade é urgente", defendeu a atriz.

"A pandemia tá aí, jogando na nossa cara, com ainda mais força, as diferenças sociais, econômicas. E não vamos nos iludir. Quando isso tudo passar (porque vai passar!), essa distância social tende a aumentar. A SOBREVIVÊNCIA, inclusive mental precisa estar acima de qualquer calendário", finalizou Marina, desejando que sua opinião sirva como espaço de debate e convidando seguidores que discordam dela ao diálogo.