Marília Mendonça conta que passou a esquecer letras com a gravidez: "Coisa mais louca"

Marília Mendonça no "Altas Horas". Foto: reprodução/TV Globo

Marília Mendonça mantém a rotina intensa de trabalho durante a gravidez, mas enfrenta um pequeno contratempo em seus shows. A cantora de 24 anos diz que ter um branco durante uma canção tem sido uma constante.

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“Agora estou esquecendo [as letras]. Quando falei que é a coisa mais louca que aconteceu na minha vida, é porque é. O meu maior desejo hoje é que todo mundo pudesse estar grávida”, brincou, durante sua participação do “Altas Horas” do último sábado (7).

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Pitty, que também era convidada do programa de Serginho Groisman, conta que passou pelo mesmo fenômeno. “Depois passa”, tranquilizou a baiana. “E o nariz também volta ao normal?”, quis saber a sertaneja. “Volta tudo”, garantiu a roqueira.

À espera de Léo, fruto de seu relacionamento com o cantor Murilo Huff, Marília comentou como tem sido a nova fase. “A gente está fazendo mais de 20 shows por mês. Todo dia ele canta comigo. A hora que ele acorda e começa a chutar é lá pra meia noite, uma da manhã”, disse.

No quarto mês de gestação, a cantora já está preocupada com o futuro. “Como estou grávida, existe um milhão de preocupações na minha cabeça, principalmente quando você é uma mulher de negócios, que trabalha, é independente e precisa conciliar essas duas coisas. Por várias vezes me pego chorando no quarto, lendo notícias e sem saber o que vou fazer. Estou gerando uma vida nesse mundo de hoje com as condições que a gente vive. O quanto de coisa que vou ter que explicar para o Léo e que será explicado diferente pra ele lá fora”, afirmou.

Na atração, a goiana também falou sobre a carreira e admitiu uma vaidade: segue todos os perfis dedicados à sua carreira nas redes sociais. “Eu gosto, é coisa de leonino, de ficar vendo a minha cara. Eu sigo todos os fãs-clubes porque sei que vai ter foto minha”, contou.

Marília também lembrou a fase em que sofria bullying na escola. Tudo mudou graças à música. “Nunca participei dos populares do colégio e sempre sofri muito. Nunca tive vergonha da minha mãe, e ela sempre teve que me socorrer. A galera inventava de me ameaçar, e eu não entendia. Falavam que iam me pegar lá fora, mas lá fora já estava a minha mãe. Sempre fui muito filhinha da mamãe. Comecei a me desenvolver socialmente no colégio quando levei o tal do violão, o violão une as pessoas. De repente, virei popular”, recordou.