Maria Zilda conta ter beijado ator com mau hálito em cena

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***FOTO DE ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, BRASIL, 11-08-2017, 21h00: Maria Zilda Bethlem, atriz, na estreia da peca 'Autobiografia autorizada', com Paulo Betti, no teatro Vivo. (Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress) ORG XMIT: AGEN1708120031027048
***FOTO DE ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, BRASIL, 11-08-2017, 21h00: Maria Zilda Bethlem, atriz, na estreia da peca 'Autobiografia autorizada', com Paulo Betti, no teatro Vivo. (Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress) ORG XMIT: AGEN1708120031027048

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maria Zilda Bethlem, 67, vem chamando atenção com as histórias polêmicas e divertidas que faz em suas lives. Nesta sexta-feira (30), o convidado foi o ator Murilo Rosa, 50, para quem revelou já ter beijado um ator com mau hálito.

"Eu fazia uma novela chamada 'Bebê a Bordo' (1988) e eu tinha uma paixão que só aparecia os pés [em cena], porque era tudo fruto da imaginação da minha personagem. Até que decidiram quem seria o ator... Foi decidido que seria o José de Abreu", relembrou a atriz se referindo a Ângela, a quem deu vida na trama de Carlos Lombardi, solteirona apaixonada pela voz de um locutor de rádio com quem tinha sonhos eróticos, mesmo não o conhecendo pessoalmente.

A atriz se recordou que tinha feito um filme com Abreu em 1978, e que chegou a se envolver afetivamente com ele. "Não sabia que ele era casado, coisa de cinema, de locação... está lá um mês com a pessoa e acaba tendo um namorico", relembrou, emendando que na época da novela, dez anos depois do affair, o ator estava, nas palavras dela, "numa fase muito doida".

"Ele bebia demais e estava tão compulsivo que tinha umas cenas que a gente ficava amarrado numa árvore, um de costas para o outro e ele obrigava o contrarregra a dar a cachaça na boca dele", contou Bethlem, descrevendo a Murilo Rosa ,em seguida, como era beijar Abreu.

"Então, cara, quando era cena de beijo... P****, a pessoa que fuma pra caramba, sabe? A pergunta foi: 'você já beijou alguém com bafo?' Já! Era uma coisa insuportável, evidentemente! Ele bebia, suado e já tinha o cheiro do suor, mais o do cigarro, mais o da bebida. Era uma coisa insuportável. O Zé era um bicho", finalizou.