Maria Rita homenageia Gal Costa e critica suposta rivalidade com Elis Regina

Maria Rita e Gal Costa. Foto: Fabricio Pioyani/AgNews/REUTERS/Gustau Nacarino
Maria Rita e Gal Costa. Foto: Fabricio Pioyani/AgNews/REUTERS/Gustau Nacarino

Resumo da notícia:

  • Em homenagem, Maria Rita falou sobre rivalidade de Gal com Elis

  • Cantora lamentou a morte da baiana nesta quarta-feira (09)

  • Gal Costa faleceu aos 77 anos de idade de infarto

Dentre artistas que se pronunciaram sobre a morte de Gal Costa nesta quarta-feira (9), Maria Rita usou as redes sociais para homenagear a baiana e espantar boatos de rivalidade com sua mãe, Elis Regina (1945 - 1982).

Em publicação no Instagram, a cantora desmentiu a fofoca de Gal ser vista como inimiga de Elis e exaltou o carinho da veterana por ela. "To no chão. Tô zuada. Embora os fofoqueiros de plantão sempre a colocassem como uma inimiga de minha mãe, Gal sempre me tratou e cuidou com muito carinho e respeito", iniciou.

Na sequência, Maria Rita destacou a troca que tinham por serem mães de garotos com idades próximas. São eles Antonio, de 18 anos, fruto do relacionamento de Maria Rita com cineasta Marcus Baldini, e Gabriel, de 17 anos, adotado por Gal aos 2 anos de idade.

"Era lindo como ela trocava comigo sobre nossos meninos, da mesma idade. Era lindo perceber seu olhar comigo. Era lindo perceber aquela força, aquele sorriso desarmado de guerra, armado de colo. Tô no chão. Tô zuada", acrescentou.

Por fim, a artista desejou uma passagem iluminada para a grande amiga e ressaltou o abalo emocional. "Que ela descanse em luz, muita luz. Que ela seja recebida com sorrisos largos, peitos abertos e tanta lindeza e amor quanto o que ela colocou por aqui. Eu tô no chão", concluiu.

Uma das maiores vozes da música popular brasileira, Gal Costa morreu aos 77 anos de idade e a causa ainda não foi confirmada. Vale lembrar que ela estava em período de pausa em shows após passar por uma cirurgia para retirar um nódulo na fossa nasal direita.

Nascida em Salvador, na Bahia, em 26 de setembro de 1945, a cantora deixa um legado de 57 anos de carreira com clássicos como "Baby", "Chuva de Prata", "Meu bem, meu mal" e "Pérola Negra", que eternizam seu sucesso.