Maria Beltrão revela lado católico: "Rezo todo dia para não falar besteira"

Amanda Serra
·2 minuto de leitura

Incentivada pelo marido, Luciano Saldanha Coelho, Maria Beltrão lançou recentemente seu primeiro livro “O Amor não se Isola”. Um diário da apresentadora do Estúdio i, da GloboNews, em que ela relata sua rotina, os dramas, o quanto detesta malhar, revela ser fã de realities shows e filmes adolescentes, além de católica fervorosa, do tipo que lamentou o fato de não ter conseguido fazer sua peregrinação no Círio de Nazaré, em Belém do Pará, por conta da pandemia do coronavírus.

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Na segunda parte do Yahoo Entrevista desta semana, a jornalista conta ainda que teve medo que sua obra fosse classificada como 'autoajuda' - “Os editores do livro sugeriram esse título, ‘Amor não se isola’, falei ‘gente, meu Deus, será que isso fica com cara de livro de autoajuda? Será que é muito cafona?- , mas no fim, foi isso mesmo que virou, e a “escrita criativa” se tornou mais uma ferramenta para Maria se conectar com o público.

A alegria que tem um custo, não é sempre que a gente tá feliz, às vezes bate a desesperança e eu falando das minhas fragilidades, da minha luta, da minha fé, vi como isso tava ajudando as pessoas

“Acho que ele virou um livro de ajuda. Começaram a me mandar cartas lindas, falando como sou uma pessoa muito alegre e tento achar o espaço da alegria mesmo dentro do jornalismo. Entendo a importância do que falo, mas acho que também sem alegria fica difícil enfrentar a pandemia", conta a repórter com aquela voz característica durante o bate-papo que durou cerca de 1 hora.

“Costumo dizer que ninguém se surpreende comigo, a pessoa que me encontrar na rua vai dizer: ‘Nossa, você é exatamente o que eu esperava’. Sou do gargalhar, carinhosa, falo pelos cotovelos, entendeu? Essa é minha assinatura", diz.

Falando as minhas fragilidades, da minha luta, da minha fé, vi como isso tava ajudando as pessoas

E não ache que Beltrão com toda sua irreverência manteve sua saúde mental ilesa em tempos de coronavírus - quem não surtou um pouquinho levanta a mão aqui, por favor. Mas foi justamente na fé e na rede apoio que ela se reinventou.

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“Sou católica praticante, do tipo praticante (ri). Sou super da oração, não entro no ar sem fazer uma oração, não saio do ar sem agradecer a Deus e tento todo dia pedir inspiração para o Espírito Santo para que não fale nenhuma besteira, claro que às vezes a gente fala um bando de besteira, né?! Claro que a gente às vezes erra, nós somos humanos, somos pulgas nessa imensidão, peço ajuda, peço guarida dos santos anjos da guarda para protegerem os meus, para proteger o meu trabalho”, diz ela, que tem até grupo de oração no WhatsApp.

Rezo todo dia e quando não rezo me arrependo. Quando rezo, agradeço e peço, as coisas vão direitinho

Confira o bate-papo completo no vídeo acima.