Marcelo Adnet pede R$ 80 mil para Mário Frias por calúnia, difamação e crimes de injúria

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Marcelo Adnet entrou com uma ação contra Mário Frias (foto: Globo e reprodução / instagram @mariofriasoficial)
Marcelo Adnet entrou com uma ação contra Mário Frias (foto: Globo e reprodução / instagram @mariofriasoficial)

Resumo da Notícia:

  • O humorista entrou com uma queixa crime contra o membro do Governo após publicações nas redes sociais

  • Marcelo Adnet pede uma indenização de R$ 80 mil para o secretário especial de cultura 

  • Houve uma audiência de mediação, mas as partes não chegaram a um acordo

A Justiça do Rio de Janeiro acatou uma notícia crime apresentada por Marcelo Adnet. O humorista apresentou uma ação contra o secretário especial de cultura do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) após uma série de insultos.

O ex-ator e agora gestou, chamou Adnet de “criatura imunda", "Judas" e "crápula" entre outros termos considerados ofensivos em uma série de publicações nas redes sociais. Eles realizaram uma audiência de conciliação no dia 27 de setembro, mas o encontro não obteve sucesso.

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A ação movida por Marcelo é de danos morais, calúnia, difamação e crimes de injúria e ele pede uma indenização de R$ 80 mil. “O secretário nacional de cultura tem que ter a consciência de que o cargo que ele ocupa não lhe autoriza a estar acima da lei, nem agir de forma arbitrária, devendo pautar as suas atitudes dentro dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência”, afirmou Ricardo Brajterman, advogado de Marcelo, ao “UOL”.

Maíra Fernandes, outra advogada do global, reforça que as vitórias são coletivas. “Marcelo Adnet é uma entre milhares de pessoas que sofrem com as ofensas proferidas no ambiente da internet. A cada vitória nossa nesse processo, creio que prestamos um serviço à coletividade, porque deixamos mais claro que a Internet não é uma terra sem lei. A liberdade de expressão não pode ser o oposto de responsabilidade. O Secretário da Cultura ofendeu a honra do humorista, o difamou, injuriou, e merece ser responsabilizado criminalmente por isso”, concluiu.

Mário Frias, o secretário especial de cultura, não se manifestou até o fechamento do texto e sua posição será inclusa após recebida.

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