Marcelo Adnet expõe ex-BBBs ao criticar reuniões na pandemia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcelo Adnet, 39, se mostrou indignado com a atitude de influenciadoras digitais e ex-BBBs de se aglomerarem em um momento crítico da pandemia do coronavírus. O ator compartilhou um vídeo do TikTok no qual Flayslane, Hariany Almeida, Munik Nunes, Paula von Sperling e MC Mirella dançam ao som da música "Não Pode Se Apaixonar", dos Aviões do Forró, com outras jovens. "Chocante entrar no Instagram e perceber que influenciadores seguem aglomerando para fazer dancinhas e coreografias em meio a propagandas de shakes e chás emagrecedores. Lipo, rino, harmonização, bichecto. Um show de horrores. Talvez eu esteja apenas velho'', escreveu Adnet no Twitter neste domingo (18). O cantor postou, ainda: "pandemia, quase 400 mil mortos". Anônimos e famosos comentaram no tweet do humorista, a grande maioria concordando com os comentários dele. "É inacreditável. Gente ruim", escreveu a atriz Maria Bopp. "O mundo que está de pernas para o ar, mas com os dentes cada vez mais brancos", ironizou o ator Armando Babaioff. "Ou louco. Porque se todo mundo acha isso legal...os loucos somos nós. Loucos e velhos", disse o jornalista Felipe Andreoli. Não é de hoje que Adnet se mostra contrário aos abusos cometidos durante a pandemia e também ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido). No fim de março, ele entrou com uma queixa-crime contra Mário Frias, 49, secretário especial da Cultura do governo federal. Segundo a advogada do humorista, o ator teria praticado crimes de injúria e difamação após Adnet fazer uma paródia dele. A ação foi aberta no último dia 3 na 42ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e inclui pedido de indenização para o humorista, apesar de o valor não ter sido revelado. Procurado, Frias aind não respondeu às solicitações da reportagem. A ação acontece após o secretário afirmar, nas redes sociais, que Adnet é um "garoto frouxo e sem futuro", uma "criatura imunda", "crápula" e "Judas", entre outros xingamentos. Os insultos foram feitos em setembro do ano passado.