Os fãs que lutem: 2020 terá um supermarço de shows

Supermarço de shows no Brasil (Foto: Getty Images)

Como já havia acontecido no ano passado, 2020 terá um supermarço de shows internacionais. Com a agenda de São Paulo, a principal praça e a única que abriga todas as atrações, como referência, dá para ver que vai ter show quase todo dia. O mais tenso, para os fãs de música ao vivo, são as datas com mais de um artista, abrindo a necessidade de escolha.

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O mês começa com o show do Maroon 5 no dia 1º de março, no Allianz Parque, que, por sorte, tem público bem diferente do que verá Amenra e Vision Divine, também no dia 1º, respectivamente no Fabrique e no Backstage Studo Hall.

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Depois, tem Martin Barre e Barriemore Barlow, ex-Jethro Tull, em show que homenageia a banda, no Espaço das Américas, no dia 5 de março. Os músicos chegam antes que o próprio Jethro, que aparece aqui em junho.

O que sobrou da clássica Yardbirds toca na noite seguinte, no Tom Brasil. Nos dias 7 e 8 de março, há o festival GRLS!, com Little Mix, Kylie Minogue e outras estrelas femininas da música, no Memorial da América Latina.

Dia 7/3 tem show também do Amon Amarth, no Tropical Butantã, para a turma do metal. O Black Flag, nome cultuado da cena clássica do punk americano, toca no dia 8, no Carioca Club.

A seguir, há um respiro de seis dias – por enquanto, se nada mais for confirmado – até que a banda The Hellacopters chegue para apresentação no Carioca Club, no dia 14/3, que seria no Fabrique e mudou de local devido à grande procura por ingressos.

No domingo, dia 15/3, é outro com show gringo sobrando. Tem Backstreet Boys no Allianz; o Overload Beer Fest, com D.R.I. como headliner, no Carioca; e Between the Buried and Me no Fabrique. Pop, punk e indie para pop, punk ou indie para ninguém voltar descontente pra casa.

Backstreet Boys (Foto: Jamie Gilliam/Reuters)

Daí vem o jazz. Na segunda, 16/3, Pat Metheny, lendário guitarrista do gênero, toca na Sala São Paulo.

No dia 18, fãs de Dire Straits podem matar a saudade do grupo com a performance do Dire Straits Legacy, banda-tributo com alguns dos integrantes do original, que toma o palco do Unimed Hall.

Na noite seguinte, dá para escolher entre a dobradinha de rock progressivo Renaissance + Curved Air no Espaço das Américas ou a violinista Lindsey Stirling, no Unimed Hall.

Chega a vez do reggae, no dia 20/3. O festival Reggae Live Station reúne The Wailers, maior nome do gênero ainda em atividade; Chimarruts e Mato Seco, no Espaço das Américas.

Tem muito punk no dia 21. A veterana banda Sick of it All toca em local ainda a definir, e o Converge faz show no Carioca.

É quando chega o pesadelo: 22/3 é o dia mais congestionado do supermarço. Tem Sammy Hagar & The Circle no Espaço das Américas, The Offspring acústico em local ainda não anunciado, Tokio Hotel no Carioca, Gong no Teatro Opus e Tribal Seeds no Fabrique.

Se tudo isso já parece bastante, o mês ainda tem muito mais. Eric Nam canta no Cine Joia, no dia 25/3; e McFly faz show no Unimed Hall, em 26/3.

O metal domina o último fim de semana de março. Na sexta, 27/3, tem Crashdiët no bar Manifesto. Jinjer toca no sábado, 28, no Carioca; e no domingo, 29, na mesma casa, acontece a dobradinha de metal progressivo Tesseract + Soen.

O dia 29 tem ainda o grupo pop japonês Dimlim, em show intimista, para 300 pessoas, na Casa da Música.

E não acabou. Já como esquenta para o Lolla, o projeto folk City and Colour, do músico Dallas Green, atração do festival, estrela uma Lolla Party no Cine Joia, no dia 31/3.

Resta saber se o público vai ter dinheiro em março com a mesma intensidade com que a agenda foi preenchida. E ainda tem possibilidade desse calendário do mês crescer...