Madonna estaria procurando novos roteiristas para cinebiografia, diz Rosie O’Donnell

Guilherme Araujo
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Longa ainda não tem data para estrear e deve concentrar funções nas mãos da rainha (Foto: Reprodução)
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Ícone da TV norte-americana desde o fim dos anos 1980, a apresentadora Rosie O’Donnell disse durante um episódio do podcast Hot Takes and Deep Vibes que Madonna estaria procurando novos roteiristas para sua cinebiografia.

“Estou muito ansiosa [para o filme]. Acho que ela está procurando um roteirista diferente”, disse. “Madonna também está em meio ao processo de edição da última turnê e vamos assistir isso em breve. Amo assistir os documentários, os projetos dela, é bem inspirador. E, sim, ela me falou sobre [a cinebiografia] e em como quer estar no controle, e ela estará. Acho ela uma diretora fantástica, aquele filme que ela fez sobre a família real, ‘W.E.’, ela foda. Incrível!”.

Ambas se tornaram muito próximas nos bastidores das filmagens do longa “Uma Equipe Muito Especial”, lançado em 1992. A declaração, um tanto evasiva, abriu margem para que fãs especulassem sobre a continuidade dos trabalhos o lado da multipremiada Diablo Cody. A cineasta não tem aparecido em publicações no perfil da artista no Instagram.

O’Donnell, que por anos teve um dos programas de entrevistas de maior audiência nos Estados Unidos, também comentou sobre a conservadoria de Britney Spears, exposta no documentário “Framing Britney Spears”. O filme, uma co-produção entre o The New York Times, está disponível no Brasil no catálogo da Globoplay.

A popstar foi atração de seu talk show por 6 vezes.

“Ela [Britney] é uma mulher linda, talentosa. Não deve ser tratada como um zumbi porque ela não é isso. Ela é suficiente pra falar por si própria, pra trabalhar, e há algo muito errado com aquela equação. Eu tentei muito fazer algo, mas eles a colocaram em lockdown. O acesso a ela foi totalmente vedado, eu não a vi em anos. Eu espero que ela esteja bem.”

Outro tema discutido foi a sexualidade de Whitney Houston e sua relação com a religião.

“Whitney estava preocupada com o lugar que sua sexualidade teria em sua vida e não queria que isso fosse exposto. É difícil na cultura negra aceitar a homossexualidade. É culturalmente mais difícil, eu acho. A Igreja Batista pesava muito sobre ela. Crescer na igreja e cantar músicas gospel… acho que houve muitos conflitos sobre isso”.

O podcast pode ser escutado na íntegra clicando aqui.