Macho Detox: Perceber o machismo diário é uma forma de mudança?

Fernando Rocha
·2 minuto de leitura
Fernando Rocha discute no segundo episódio do Macho Detox como o machismo é mais comum do que pensamos (Arte: Anderson Basquiat/Yahoo Brasil)
Fernando Rocha discute no segundo episódio do Macho Detox como o machismo é mais comum do que pensamos (Arte: Anderson Basquiat/Yahoo Brasil)

Tem mais um episódio pronto desse nosso exercício frequente de descontaminação. Será que perceber o machismo na rotina de todo dia já é uma forma de mudar ou pelo menos começar?

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E as famosas e antigas piadas depreciativas? Como e por que elas precisam perder a graça?
Palavras novas que definem velhos comportamentos. Como escapar da “broderagem tóxica”? E não reproduzir o mansplaining - algo que ocorre constantemente?

Aperte o play e responda!

O palestrante e ativista da masculinidade saudável, Fabio Mazoli e a assistente social do centro de referência e defesa da diversidade da prefeitura de São Paulo, Izabella Felix são os convidados do segundo episódio do podcast "Macho Detox".

Os dois comentam as principais características de um machista clássico:

- egocêntrico
- egoísta
- infiel
- infantil em relação ao sexo.

Existe um jeito politicamente correto de não concordar com os amigos do grupo de WhatsApp? As famosas “passadas de pano” são toleradas? Em que situação?

E mais:

Quem são, onde vivem e o que falam e pensam os “hétero top"; topzeras, o chernoboy (também conhecido como boy lixo) e o macho alfa.

Izabella e Fabio me fizeram entender que ter um comportamento machista é muito mais frequente do que parece, pois estamos falando de algo estrutural.

Uma dessas atitudes é fazer um homem se sentir menos masculino só por ele “não” fazer algo que alguém considera correto.

E chorar? Pode? Onde e Com quem?
No meio de tantas certezas que existem nesse caminho uma delas é que o homem de fato segue sozinho.
Com quem conversar sobre as aflições, sobre o medo?

Pra quem confessar as fragilidades? Para amigos do bar, do futebol? O pai? A companheira? Quem está disposto a estender a mão de verdade?

OUÇA TAMBÉM:

A solidão da população negra com produtora cultural e criadora do bloco Vaca Profana Dandara Pagu, o fotógrafo e jornalista Ismael dos Anjos.