Lutadores de MMA ainda aguardam pagamento seis meses após calote na China

O potiguar Gleison Tibau teve prejuízo de milhares de dólares na China (Harry How/Getty Images)

Cinco brasileiros, incluindo ex-atletas do UFC, ainda aguardam o pagamento pelas lutas de MMA que participaram há seis meses em Macau, China, pelo Battlefield FC 2, eles confirmaram ao blog nesta quinta-feira (30).

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Gleison Tibau, um dos representantes brasileiros que mais vezes entrou no octógono do UFC em todos os tempos, deveria ter recebido 50 mil dólares por sua vitória sobre Will Brooks, mas voltou de bolsos vazios da Ásia. Wagner Prado, que fez parte do plantel do UFC entre 2012 e 2013, não foi pago pela organização local após o controverso empate contra o atleta local Doo Hwan Kim no dia 27 de julho.

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O trio Julio Cesar Neves, Kaik Brito e Vanessa Melo também não recebeu as quantias acordadas com os cartolas asiáticos. Neves, veterano do Bellator, deveria ter embolsado 14 mil dólares, enquanto os outros esperavam pagamento de cinco mil cada. Brito conta que ainda precisou arcar com os custos hospitalares após sua derrota por nocaute.

À época, diversos atletas revelaram que os promotores sumiram do hotel horas após a realização do show, deixando todos sem resposta. Tommy Yang, matchmaker do Battlefield FC e responsável por fazer a ponte entre atletas e organizadores, acabou demitido pela empresa dias depois. Yong Woo Lee, CEO da empresa, nunca respondeu a diversos contatos da imprensa.

Battlefield FC foi fundado em março de 2017 em Seul, Coréia do Sul, e deu calote em diversos lutadores em sua edição de estreia. As dívidas foram pagas quase um ano depois, e empresários acreditavam na promessa de pagamentos em dia na segunda edição, em 2019, mas sofreram com novos calotes.

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