Lusa ganha 1º título após Caso-Héverton e tenta renascer das cinzas

Jorge Nicola
·1 minuto de leitura
Jogadores da Lusa festejam título da Copa Paulista, após vitória contra o Marília (Dorival Rosa/Portuguesa)
Jogadores da Lusa festejam título da Copa Paulista, após vitória contra o Marília (Dorival Rosa/Portuguesa)

De time da Série A do Brasileiro, que se manteve na elite em campo, a um clube fora de quaisquer das quatro divisões nacionais, afundado em dívidas, abandonado e correndo o risco de deixar de existir. A transformação da Portuguesa foi rápida desde o Caso Héverton, que a derrubou para a Série B no tapetão. Em quatro anos, a Lusa não tinha mais divisão para disputar.

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E tudo só piorava até 2020. O novo presidente rubro-verde, Antônio Carlos Castanheira, chegou prometendo revolução. E, na velocidade que a Lusa pode, ela aconteceu nesta temporada. O time não conseguiu subir na Série A-2 do Paulista, mas pela primeira vez foi ao mata-mata e ficou perto da vaga na final, que garantiria o acesso.

A lição foi aprendida e mesmo com toda a crise causada pela pandemia, montou-se um elenco que garantiu o título da Copa Paulista com campanha próxima da perfeição: 11 vitórias, dois empates e uma única derrota. Foi a primeira taça em sete anos, que assegurou R$ 250 mil de prêmio e a classificação para a Série D do Brasileiro de 2021.

Importante: a Lusa de Castanheira sempre pagou salários em dia. Até o 13º já estava quitado antes da vitória por 3 a 2 em cima do Marília, na noite desta quarta-feira, no Canindé, em jogo que confirmou a taça.

Ainda resta muito até a sonhada volta à primeira divisão, se é que um dia ela acontecerá. Mas o risco de a Portuguesa deixar de existir, algo que parecia real alguns anos atrás, parece fora de questão.

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