Luciana Gimenez revela cláusula de contrato e rebate ataques: "Nunca vivi de pensão"

Luciana Gimenez em Carnaval do Rio de Janeiro (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
Luciana Gimenez em Carnaval do Rio de Janeiro (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)

Luciana Gimenez completou 22 anos de carreira na televisão! É até difícil imaginar o "SuperPop" sem a presença dela. Quando tudo começou, porém, a artista não imaginava que o projeto daria tão certo. Segundo ela, uma de suas exigências antes de assumir o cargo era uma cláusula que dizia que poderia abrir mão de tudo depois de três meses. Ainda bem que não precisou, né?

"Eu vim para o Brasil quando o Lucas tinha um ano e meio. Antes de mais nada, precisava criar uma rede de apoio para cuidar dele, pois precisava trabalhar, já que, ao contrário do que as pessoas adoram falar, nunca vivi de pensão. Apareceu esse teste para apresentar o 'SuperPop'. Foram várias pessoas que concorreram à vaga e teve até votação popular. Sabe aquela que você ligava para um número e dava seu voto? E eu ganhei", recordou a apresentadora em entrevista à Quem.

Quando Luciana soube o resultado da seleção, ela conta que ficou feliz, mas teve medo do desafio. "Não tinha a intenção de morar no Brasil definitivamente, já que estava há 15 anos fora. Enfim, topei, mas coloquei uma cláusula no meu contrato - que tem até hoje escrito à mão nele - que se eu não curtisse fazer, podia ir embora, abrir mão de tudo depois de 3 meses, mas lá se vão 22 anos", revela.

Ao longo das duas últimas décadas, Luciana foi alvo de boatos. Muitas pessoas diziam que ela era bancada pelos pais dos seus filhos. A artista garante que não esconderia se isso fosse verdade.

"Assumiria numa boa. Afinal, ninguém tem nada a ver com a minha vida. O valor que muita gente fala por ai é pura invenção, lenda! Mais importante que dinheiro, era saber que meu filho teria a presença do pai. Nunca precisei de homem nenhum para me sustentar, nem meu pai depois de certa idade. Então, meti as caras e vim tentar a vida no Brasil. As pessoas gostam de falar isso, porque é uma forma de tentar me diminuir como mulher e ser humano. Não assumem que estou há 22 anos na TV, porque batalhei pelo meu espaço. Ninguém fica tanto tempo se não gerar empatia com o público", justifica.