Lily Collins diz que 'não se aproveitou de sucesso do pai' em sua carreira

Lily Collins não queria usar o nome de seu pai Phil Collins para conseguir trabalho. credit:Bang Showbiz
Lily Collins não queria usar o nome de seu pai Phil Collins para conseguir trabalho. credit:Bang Showbiz

Lily Collins não queria usar suas conexões familiares para conseguir trabalho.

A atriz de 33 anos - que é filha do músico Phil Collins e sua ex-esposa Jill Tavelman - rebateu as acusações de que é um "fruto do nepotismo" e insistiu que sempre fez questão de usar seus próprios talentos para conquistar o sucesso.

“Estava fora de cogitação que as pessoas pensassem que eu uso um passe livre graças ao meu nome", disse ela em entrevista à Vogue francesa.

“Tenho orgulho do meu pai, mas queria ser eu, não apenas a filha dele. Para isso, eu estava pronta para esperar pelo sucesso", continuou. “Por meio de castings fracassados, aprendi a me concentrar mais no meu trabalho e consegui fazer da atuação o meu emprego. Mas não estou descansando sobre os louros: esse ambiente é muito competitivo e os lugares são caros”, ela comentou.

A estrela de 'Emily In Paris' admitiu que deliberadamente se afastou de seguir uma carreira musical, embora "ame cantar", porque não queria ser desfavoravelmente comparada ao seu pai famoso.

“Adoro cantar. Mas como queria trilhar meu próprio caminho, longe do gênio que é meu pai, preferi ser atriz", explicou Lily. “Eu atuei em alguns musicais porque é o único ambiente em que me permito cantar. Francamente, eu teria muito medo de comparações!”

Lily revelou em seu livro de 2017 'Unfiltered: No Shame, No Regrets, Just Me' que Phil esteve ausente durante momentos cruciais de sua vida enquanto ela crescia, mas afirmou que o perdoou por "não ser o pai que [ela] esperava".

"Eu te perdoo por não estar sempre presente quando eu precisava e por não ser o pai que eu esperava. Perdoo os erros que você cometeu. E embora possa parecer tarde demais, não é. Ainda há muito tempo para seguir em frente", escreveu ela.

A estrela de 'Love, Rosie' também revelou que aprendeu a "aceitar" as falhas percebidas de seu pai como figura paterna.

"Todos nós fazemos escolhas e, embora eu não desculpe algumas das suas, no final das contas não podemos reescrever o passado", diz um trecho do livro. "Estou aprendendo a aceitar suas ações e verbalizar como elas me fizeram sentir. Aceito e honro a tristeza e a raiva que senti pelas coisas que você fez ou não fez, me deu ou não."