Light e diet: saiba quais são diferenças entre os produtos


Cada vez mais os mercados oferecem produtos diet e light. Photo: Jens Kalaene/dpa-Zentralbild/ZB (Photo by Jens Kalaene/picture alliance via Getty Images)

É bastante comum encontrar nos rótulos de alimentos os termos light e diet, que devem seguir um padrão internacional adotado por 187 países.

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Importante destacar que um produto diet nem sempre é o mais saudável, uma vez que é feito para públicos com restrições alimentares.

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A classificação foi criada pela FAO e pela OMS

A classificação de alimentos light e diet foi feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em 1998, por meio de uma legislação que especifica esses produtos. A regra foi criada usando como base o ‘Codex Alimentarius’, um programa realizado de 1963, feito em conjunto entre a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), com objetivo de estabelecer normas internacionais para os alimentos, garantindo um comércio leal entre países no mundo.

Atualmente, o ‘Codex Alimentarius’ é composto por 187 países membros, a União Europeia, além de 238 observadores (entre eles organizações intergovernamentais, organizações não-governamentais e organizações das Nações Unidas).

Light significa mais leve

Como o próprio nome já diz, quer dizer “menos”, “mais leve”. Dessa forma, alimentos que levam a classificação têm em sua composição uma redução de 25% (no mínimo) de algum nutriente no âmbito de açúcares, gordura saturada, gorduras totais, colesterol e sódio. Produtos geralmente associados às calorias.

Produtos diet são feitos para pessoas com restrições alimentares

Já o termo diet significa que os alimentos produzidos não contêm nada de um determinado nutriente em sua composição, podendo ser carboidrato, gordura, proteínas ou sódio. São produtos feitos para pessoas com restrições alimentares e que não podem consumir um determinado nutriente, como os diabéticos que não devem consumir açúcar, por exemplo. Mas, se engana quem acha que produtos diet podem ser mais saudáveis, no entanto. Como há a exclusão de um nutriente, é preciso balancear a fórmula com outro componente (como gordura), o que pode torná-lo mais calórico.

O zero dos produtos tem a ver com calorias

Sempre que você ver uma embalagem com essa nomenclatura “zero”, saiba que ela é focada especificamente em calorias – e não em nutrientes, diferentemente das outras especificações. Por isso, é comum o termo estar associado ao “zero açúcar”, por exemplo.