Líderes: diretoras-gerais de Twitter e Uber falam sobre o machismo corporativo

No Brasil, apenas 16% das empresas declara ter pelo menos uma mulher em um cargo de chefia, segundo o relatório International Business Report (IBR) – Women in Business 2019. O número apresenta melhora, mas está longe do ideal. Felizmente, há exemplos como Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter Brasil, e Claudia Woods, diretora-geral da Uber Brasil.

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Para ambas, o caminho de colocar mulheres no poder passa por medidas e processos mais igualitários, além de incentivo para que os próprios homens entendam a importância de ter diversidade em lideranças.

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O Twitter sofreu grandes mudanças nos últimos anos —nem o característicos 140 caracteres são mais os mesmo (agora, são 280). A rede social agora aposta em transmissões em tempo real, sequências de tuítes e muito vídeo. Sob a gerência de Fiamma, parcerias com eventos televisivos tem apresentado bons resultados ao passarinho azul.

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A Uber segue em expansão em território nacional. Se em 2014 a briga era com os taxistas, agora o app já até virou sinônimo para o serviço. Além do Eats, a empresa tem lançado novas modalidades como o comfort, que permite customizar detalhes da viagem antes de pedi-la.

Quem é Fiamma Zarife

Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter no Brasil (Foto: Allan Lima)

Formada publicidade e marketing pela Universidade Federal Fluminense, o currículo de Fiamma inclui passagens por empresas como Tim, Oi, Claro, Samsung antes de chegar ao Twitter, em julho de 2015. Lá, ocupou o cargo de diretora de desenvolvimento com agências antes de chegar a diretoria-geral.

Quem é Claudia Woods

Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil (Foto: Allan Lima)

Formada em economia pela Bowdoin College, Claudia tem passagens por diversas empresas digitais, como Clickon, Netmovies, Banco Original e Webmotors. Desde fevereiro de 2019, comanda a operação nacional da Uber.