Lena Dunham diz que 'não queria viver' quando estava no auge do seu vício em medicamentos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Lena Dunham, 33, falou abertamente sobre a sua luta contra a dependência de medicamentos para a ansiedade em entrevista à revista Cosmopolitan. A roteirista de "Girls" contou que chegou num ponto que "não queria viver".

"Um dia olhei em volta e estava deitada em uma cama no apartamento dos meus pais, debaixo de dois cobertores, nos mesmos pijamas em que estive por três dias e fiquei tipo: 'Essa não sou eu'", afirmou a atriz.

Embora tenha dito que nunca pensou em suicídio, Dunham explicou que na época "não conseguia sentir nada. A estrela de TV já mostrou em sua rede social a tatuagem que fez em seu pé, para lembrar de como conseguiu superar a dependência medicamentosa.

Em seu Instagram, Dunham também chegou a dizer que "o vício pode ser pior que a ansiedade em si". "Ter me recuperado de uma dependência de benzodiazepínico foi a coisa mais desafiadora que já enfrentei e foi preciso muita paciência e apoio de pessoas queridas e de grupos de dependentes químicos", escreveu na época. 

Capa da edição de março da Cosmopolitan, Lena Dunham comentou sobre o seu término com o músico Jack Antonoff, 35, que segundo ela continua sendo o seu amigo. "Definitivamente há momentos em que eu era mesquinho, rude e atrevida, mas ele tem aceitou lindamente e eu também pude aceitar a raiva dele".

Vivendo um bom momento da carreira e da vida pessoal, a atriz disse que está feliz e fazendo o que ama. "Foi o melhor ano profissional da minha vida -não porque estou em um milhão de capas de revistas ou fazendo fofocas, mas porque estou silenciosamente fazendo o que amo com pessoas que amo e que também adoram."