No Dia das Mães, Leandra Leal posa pela primeira vez com a filha, Julia: 'Foi match total'

Leandra Leal. Foto: reprodução/Instagram/leandraleal
Leandra Leal. Foto: reprodução/Instagram/leandraleal

Bastante reservada quanto à vida pessoal, Leandra Leal posou pela primeira vez ao lado da filha, Julia, no Dia das Mães. Ao lado da mãe, a também atriz Ângela Leal, ela está na capa do caderno “Ela”, do jornal “O Globo”, e as duas contam como a chegada da pequena, há três anos, modificou a vida delas.

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A espera de Leandra, que passou pelo processo de adoção junto com o então marido, o empresário Alê Youssef, durou bem mais do que uma gestação: três anos e oito meses. “Era para ser, foi match total! Confiei na vida, eu estava na fila e ela também, chegamos juntas”, conta Leandra, de 36 anos, à publicação.

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Hoje, a atriz celebra a nova rotina ao lado da menina, que tem 4 anos. “É mágico encontrar o seu filho, uma experiência de amor revolucionária. Você dizer ‘essa pessoa é minha filha’, e ela, ‘essa pessoa é minha mãe’. Falo isso para Julia quando ela diz que é adotada: ‘Eu também, filha, você me adotou, a gente se adotou’”, diz.

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Ângela, de 71 anos, lembra como foi a aproximação com a neta. “Já entrei emocionada, mas não podia chegar dizendo ‘oi, eu sou sua avó’. Então, falei: ‘Menina, por onde você andava? A gente estava te esperando, que bom que apareceu!’. Aí, ela se jogou nos meus braços e todo mundo no abrigo chorou”, afirma.

Angela Leal, Leandra Leal e Júlia, fotografadas por Bob Wolfenson para o caderno "Ela", do jornal "O Globo". Foto: reprodução/Instagram/leandraleal
Angela Leal, Leandra Leal e Júlia, fotografadas por Bob Wolfenson para o caderno "Ela", do jornal "O Globo". Foto: reprodução/Instagram/leandraleal

Leandra conta ainda que sabia que “seria mãe adotiva antes de ser biológica” e que tem vontade de passar pelo (longo) processo novamente.

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“As entrevistas são maravilhosas, um autoconhecimento. A lei é bacana, protege a criança, busca inseri-la na família biológica e não criminaliza os pais biológicos. A fila é uma forma de confirmar a vontade da pessoa. O estado tem de investigar. Tem quem devolva a criança! Como conseguem?”, questiona.

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