The Last of Us: Criadores explicam o que não poderia ficar de fora da série da HBO

Ao trabalhar em uma adaptação como The Last of Us, você lida com muita expectativa. De si mesmo, de querer fazer um bom trabalho e agradar públicos cativos e recém-chegados e especialmente dos fãs, que querem um material fiel e que faça jus ao original.

O segredo para Craig Mazin, co-showrunner ao lado de Neil Druckmann, era seguir a base de The Last of Us (jogo): "É uma história de amor, a história de um pai e sua filha, uma história de perda; precisávamos que o mundo parecesse apropriadamente como o mundo que Neil criou no game, a infecção precisava existir, embora de maneiras ligeiramente diferentes – o que é interessante, e acho que fãs do jogo vão apreciar os porquês e como", explica Mazin, em entrevista ao IGN Brasil.

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"Havia personagens e pontos na história que sabíamos que queríamos ter. E entre tudo isso que estava ali, escrito em pedra, nós brincamos, variamos e mexemos. Acho que as pessoas vão curtir", complementa Mazin.

A primeira cena do episódio inicial, por exemplo, em que vemos um debate na televisão sobre pandemia e o que poderia acontecer com a humanidade em meio a uma catástrofe iniciada por fungos, não existe no jogo. Ao mesmo tempo, toda a sequência do carro com Joel, Tommy e Sarah é idêntica àquela que jogamos no game. Entre o novo e o velho, há lacunas a serem preenchidas a fim de dramatizar mais a história, agora em outra mídia.

"A maior diferença é...

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