Juliano Cazarré comenta cena de castração de Alcides em "Pantanal": "Vai ser duro"

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Juliano Cazarré é Alcides em "Pantanal", remake da novela de Benedito Ruy Barbosa (Foto: Globo/João Miguel Júnior)

Com "Pantanal" entrando em sua reta final, um dos momentos mais aguardados pelo público é a castração de Alcides, personagem de Juliano Cazarré. Em participação no programa "Conversa com Bial", da Globo, o ator revelou que a sequência é um dos momentos mais difíceis da novela de Bruno Luperi.

"Vai ser duro tanto quanto foi da outra vez. Um pouco diferente, mas tão duro quanto", declarou, sem entrar em detalhes sobre o acontecimendo. Na versão original de "Pantanal", escrita pelo avô de Luperi, Benedito Ruy Barbosa, Alcides (Ângelo Antônio na versão original) sofre o castigo após Tenório (Antônio Petrin/Murilo Benício) descobrir o caso do peão com a sua esposa, Maria Bruaca (Ângela Leal/Isabel Teixeira).

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Na cena, ele reúne os amantes e prende Alcides, deixando-o sem reação. Na frente da esposa, de quem acaba se separando, ele esquenta uma faca no fogo e direciona à genitália do peão, fazendo com que ele desmaie de dor. No final da novela, no entanto, Alcides contava a Maria Bruaca que Tenório havia errado o alvo e ele não estava castrado. De acordo com Ângelo Antônio, a reviravolta teria sido fruto da comoção do público.

A repercussão da cena foi tão grande que Antônio Petrin sofreu bastante por dar vida ao vilão Tenório. Na época, ele teve a sua casa em Santo André, município de São Paulo, apedrejada pelo público. Em outra ocasião, duas senhoras partiram para cima dele, aos tapas, em uma loja de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Por muito tempo, Luperi fez suspense sobre a adaptação da sequência na nova versão de "Pantanal": “Ninguém vai ver a novela se eu responder tudo (risos). Mas alguns eventos têm que acontecer, talvez não da forma como foram concebidos", disse.

Porém, o autor tem seguido o texto de seu avô à risca, com poucas alterações nos rumos da trama. Prova disso foi a morte de Madeleine (Karine Teles). Parte do público queria que ela continuasse no folhetim, mas Luperi preferiu manter o texto original.

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