Juliana Paes explica cenas indecifráveis de "Pantanal": "Nada estilo X-Men"

Muito elogiada por sua interpretação na primeira fase de "Pantanal", Juliana Paes defendeu a escolha do diretor Rogério Gomes de deixar algumas cenas abertas para a interpretação de quem assiste. Uma delas é o momento icônico no qual a personagem da atriz, Maria Marruá, vira onça para proteger a filha de uma sucuri.

"Nessa versão, acho que o Papa optou por deixar mais o mistério do Pantanal, a lenda. Foi uma escolha do nosso diretor trabalhar essa aura de mistério. Não vemos nenhuma cena no estilo X-Men. A transformação é uma percepção de cada um. Entre os próprios personagens da história, tem quem ache que é falação a mulher virar onça, por exemplo. Tem quem acredita e acho que cada um do público vai perceber a sua maneira", explicou ela.

A filha de Maria, Juma, também herda a capacidade da mãe de se esconder dos perigos se transformando em onça.

Perrengues e susto

Juliana Paes interpreta Maria Marruá no remake de "Pantanal", que estreou no horário nobre da Globo. Em conversa com a imprensa sobre o lançamento, a atriz contou alguns perrengues que enfrentou durante a gravação da trama e entregou que quase foi atacada por um jacaré!

O susto aconteceu em uma cena na qual a atriz estava com a caracterização de grávida e boiava no rio. "Os ouvidos estavam submersos. Eu só escutava os barulhos debaixo d'água. Fiquei um tempão boiando, eles trocando de câmera. De repente ouvi um barulho alto. O pessoal pedindo para eu sair. Era um jacaré! Ele viu aquela carcaça boiando e foi atrás. Tive que sair correndo com aquela barriga", conta a atriz, aos risos.

Juliana conseguiu escapar a tempo, mas não foi a única que sentiu esse medo. Enrique Dias afirma que ele e Bruna Linzmeyer também gravaram cenas no rio e ficaram muito próximos dos jacarés. "A gente estava nadando e tinha um jacaré a meio metro", diz o ator.

Além de enfrentar os animais, o elenco da novela sofreu com uma tempestade de areia. O deslocamento no Pantanal também não foi nada fácil. Segundo Juliana Paes, as fazendas ficavam distantes e eles passavam por várias porteiras. Quando sentia vontade de urinar, o jeito era parar o carro e se esconder no mato. "Ficavam de vigia para mim. E o medo de vir um bicho na hora? Foi complicado, mas deu tudo certo", diz ela.

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