José de Abreu recebe apoio de Paulo Betti e Marcelo Serrado após anunciar candidatura pelo PT

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José de Abreu (Divulgação TV Globo)
José de Abreu (Divulgação TV Globo)

Resumo da notícia

  • José de Abreu recebeu o apoio dos colegas Paulo Betti e Marcelo Serrado após anunciar candidatura pelo PT para deputado

  • A intenção do ator é ajudar Luis Inácio Lula da Silva a ser eleito presidente em 2022

  • "Ele pode ser um grande catalisador da classe artística", explicou Betti

Pouco após anunciar que pretende desistir da carreira de ator para ser deputado, José de Abreu recebeu o apoio de colegas de profissão como Paulo Betti e Marcelo Serrado. A intenção de Zé de Abreu é ajudar a campanha política de Luis Inácio Lula da Silva em 2022.

"Isso é uma coisa muito interessante, o Zé de Abreu pode ser um grande catalisador da classe artística, para a gente ter uma voz forte lá dentro do Congresso", elogiou Paulo Betti para o jornal 'O Globo'. Marcelo Serrado também apoiou a candidatura do colega, afirmando que ele ganharia seu voto.

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Quem não gostou da declaração do amigo foi Lula: o ex-presidente afirmou que vê Zé de Abreu tendo mais representatividade em meio ao meio artística, já que ele não tem contatos e articulações políticas necessárias para se destacar em meio am ambiente altamente competitivo do Congresso brasileiro.

Entenda a proposta de Zé de Abreu

José de Abreu está prestes a viver um novo momento em sua história. Aos 75 anos, o ator está pronto para se candidatar a deputado federal na próxima eleição ao pelo Partido dos Trabalhadores do Rio de Janeiro. Militante desde a juventude, o ator que ajudar Lula.

“A junção de Lula e Freixo é irresistível. Vou abrir mão da minha carreira, do que eu mais amo fazer, que é representar, para ajudar o Lula a reconstruir o Brasil e o Freixo a reconstruir o Rio de Janeiro", diz o ator à colunista Mônica Bergamo, da “Folha de São Paulo”.

Zé começou a militar politicamente na década de 60, quando entrou no curso de direito da PUC do Rio de Janeiro e chegou a ser líder de movimento estudantil.

Em entrevista à “Memória Globo”, o ator contou um pouco do seu início na vida política, que nunca esteve desassociada da vida pública de ator. “Passei um tempo só fazendo política, reuniões, passeata. Teve uma época que a luta contra a ditadura ficou muito radical, e, depois do AI-5 [Ato Institucional Número 5], não dava mais para brincar de ir para rua fazer passeata, porque se fosse pego, ficava preso seis, sete meses e apanhava muito”, afirmou.

Em 1968 ele chegou a ser preso com mais de 600 estudantes pelo regime vigente. Eles participavam do congresso União Nacional dos Estudantes (UNE). Foram três meses na cadeia e ao ser liberto, resolver trocar São Paulo pelo Rio Grande do Sul para se ver distante de ditadura mais ferrenha.

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