Joe Biden eleito: o que esperar sobre combate ao coronavírus?

Redação Notícias
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(AP Photo/Carolyn Kaster)
(AP Photo/Carolyn Kaster)

Joe Biden será o 46º presidente dos Estados Unidos. O candidato do partido Democrata, que foi vice-presidente durante toda a gestão de Barack Obama, venceu de acordo com as projeções feitas por especialistas e agências. Por conta do sistema de votação, o resultado oficial, após apuradas todas as urnas, pode levar dias — e até semanas ou meses — ser divulgado.

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Até este sábado (7), os EUA somavam mais de 9,7 milhões de casos e 236 mil mortes causadas pelo coronavírus. E a crise parece longe de acabar, já que a curva de casos diários voltou a crescer --nesta sexta, foram confirmadas mais de 126 mil novas infecções, segundo a Universidade Johns Hopkins.

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A pandemia, inclusive, custou a reeleição a Trump, que minimizou intencionalmente a gravidade da crise e contrariou em inúmeras ocasiões orientações dos especialistas, mesmo após ele mesmo ser infectado.

Embora o cenário pandêmico ainda seja preocupante entre os americanos, Biden promete escutar a ciência, garantir que as decisões de saúde pública sejam tomadas por quem entende do assunto e restaurar a transparência do governo.

O plano do presidente eleito para o enfrentamento à Covid-19 tem sete princípios básicos, que envolvem, entre outros tópicos, ampliação de programas de testes e rastreamento, definição de diretrizes baseadas em evidências, distribuição equitativa de tratamentos e vacinas e uma ordem nacional, por meio de alianças com governadores e prefeitos, que tornaria obrigatório o uso de máscaras nos EUA.

Biden também deve reverter a decisão de Trump de retirar o país da lista de membros da Organização Mundial da Saúde (OMS). "Os americanos estão mais seguros quando os Estados Unidos se comprometem a fortalecer a saúde global. No meu primeiro dia como presidente, voltarei à OMS e restaurarei nossa liderança no cenário mundial."

Com FOLHAPRESS