João Vicente admite falta de disposição na hora H: "Sou broxável"

João Vicente de Castro fala abertamente sobre suas vulnerabilidades (Foto: Reprodução/Instagram)

Resumo da Notícia:

  • João Vicente de Castro assumiu falta de disposição na cama

  • Em entrevista, o apresentador disse que falhou na hora H

  • Ele é um defensor de que os homens mostrem suas vulnerabilidades

Sem medo de falar sobre suas vulnerabilidades, João Vicente de Castro assumiu que já teve momentos tensos na cama e já falhou na hora H. Além disso, comentou sobre as dificuldades dos homens em assumir suas fragilidades e terem a necessidade de sempre provar sua virilidade.

"Tudo que a gente tem que fazer na vida é aceitar nossas vulnerabilidades. É isso que tem que ser feito. Sou broxável, sou 'tristável', 'felizável'. Broxar é do ser humano", disse ele em entrevista à Quem.

O apresentador do Papo de Segunda, do GNT, já se relacionou com diversas musas da TV brasileira. Teve um casamento de dois anos com Cleo Pires, namorou Sabrina Sato e também viveu um breve romance com Rafa Kalimann.

E ele não se incomoda em falar abertamente sobre sua intimidade, tanto que confessou em seu programa que por várias vezes já chorou durante o ato sexual.

"Eu acho muito interessante a antropologia do sexo, porque no sexo a gente vai para um lugar muito raro e precioso de ver outra pessoa. Quando você está na cama com outra pessoal, é muito precioso aquele momento. Porque ali, a pessoa te entrega coisas que jamais entregaria numa situação normal. Só ali ela se desprende de umas bobagens que a gente vive sobre", disse o apresentador.

"É muito bonito você ver uma pessoa despida de moral. É um momento de rara conexão. Às vezes, eu até me emociono transando. É verdade. Sabia que eu sou um homem que chora transando? Eu já chorei várias vezes. É verdade", completou, provocando risos de seus colegas do Papo de Segunda.

Conhecido pelas mulheres por ser um "homem desconstruído", o integrante do Porta dos Fundos ainda admitiu que ama dar apelidos para suas parceiras e acha muito seco quando um casal não encontra formas carinhosas de se chamarem.

"Acho a coisa mais seca da humanidade os casais que só se chamam de amor ou não tem apelidinho... Eu tive uma namorada que chamava de 'porco'. Era porque eu te amo muito, eu te amo um pouco e eu te amo um 'porco'. Eu amo inventar apelidos. É um apelido por semana e tem aqueles que sempre vão ali durante a existência. Odeio apelido que é normal, tipo: 'amor, meu'", comentou.