Jamie Lee Curtis admite dificuldade para usar nome da filha trans

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LOS ANGELES, CALIFORNIA - SEPTEMBER 25: Jamie Lee Curtis attends The Academy Museum of Motion Pictures Opening Gala at The Academy Museum of Motion Pictures on September 25, 2021 in Los Angeles, California. (Photo by Amy Sussman/Getty Images)
Jamie Lee Curtis posa para os fotógrafos em evento realizado em 2021 (Foto de Amy Sussman/Getty Images)

Resumo da notícia:

  • Jamie Lee Curtis admitiu em entrevista ter dificuldade para aceitar o nome da filha trans, Ruby

  • Atriz de 62 anos ainda contou que está buscando acertar as palavras e terminologias para se referir à filha

  • Ruby diz entender os erros da mãe e afirma que ela sempre foi acolhida pelos pais

Jamie Lee Curtis falou sobre e experiência de ter uma filha trans, Ruby, em entrevista à revista People. Ao lado da herdeira de 25 anos, a atriz de "Halloween ‑ A Noite do Terror" (1978) e "True Lies" (1994) admitiu uma grande dificuldade: não usar mais o nome de batismo da filha.

"Quando Ruby disse seu 'nome morto' – eu nunca a ouvi dizer esse nome. Ele não serve mais. Isso foi, é claro, a coisa mais difícil", contou a atriz de 62 anos. "A regularidade dessa palavra. O nome que você deu a uma criança; que você tem dito a vida inteira. Então, é claro, no início, esse foi o desafio."

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Ruby, que trabalha como editora de vídeos, antes era chamada de Thomas. Ela afirma que Lee Curtis e o pai, Christopher Guest, sempre foram acolhedores e compreensíveis em casa. Apesar do depoimento favorável, a atriz admitiu à publicação que ainda comete erros no uso de pronomes e terminologias ao se referir à filha.

"É falar sobre o novo idioma. Sou nova nisso. Não sou alguém que finge saber muito sobre isso. E vou estragar tudo, vou cometer erros. Gostaria de tentar evitar cometer grandes erros", disse a estrela. "Você se torna um pouco mais atenta ao que está dizendo, e à forma como está falando. Você ainda erra; eu errei hoje duas vezes. Somos humanos."

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Ruby, que diz não se incomodar com os erros dos pais, contou que passou a pensar na própria identidade de gênero na adolescência, aos 16 anos. "Eu sabia que era diferente. Mas havia tido uma experiência negativa na terapia, então não me assumi [como trans] imediatamente quando provavelmente deveria ter feito isso. Então, sete anos depois, ainda sendo Tom na época, disse à pessoa de quem estou noiva agora que, provavelmente, sou trans. E elu disse: 'Eu te amo pelo que você é'", contou.

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