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Jakelyne Oliveira defende Julia Gama após boicote do Miss Brasil: "Falta de ética"

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Resumo da notícia:

  • Julia Gama, Miss Brasil 2020, foi desconvidada do concurso em 2021

  • Jakelyne Oliveira, Miss 2013, se revoltou com a situação e criticou a organização

  • "Falta de ética e profissionalismo", disparou a ex-A Fazenda

Jakelyne Oliveira se revoltou ao saber da situação de Júlia Gama, Miss Brasil 2020 que não poderá finalizar seu reinado e passar a faixa para a vencedora de 2021. A miss foi barrada da premiação deste ano e avisada por e-mail.

"Eu não sei o que aconteceu, mas independentemente de qualquer coisa, é de uma falta de responsabilidade, ética e profissionalismo tirar o direito da Miss Brasil de passar a faixa. Encerrar o seu reinado. Porque a Julia será eternamente a Miss Brasil 2020, e a vice Miss Universo. É falta de ética", opinou Jakelyne, que venceu o concurso em 2013.

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O concurso se pronunciou afirmando que Júlia rompeu algumas diretrizes do contrato, chegando a criticar os parâmetros da premiação. Pouco após ganhar a coroa, Júlia se posicionou contra o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) e falou que algumas das regras do concurso são machistas e desatualizadas.

Entenda a situação

Julia Gama, vencedora do Miss Brasil 2020, surpreendeu o ppublico em suas redes sociais ao dizer que foi desconvidada a participar da nova edição no concurso, que acontece neste sábado (6). Tradicionalmente, é a vencedora atual do concurso que entrega a faixa para a nova coroada.

Em seu Instagram, Julia explicou que havia sido convidada para o evento, mas recebeu um e-mail dispensando sua presença na premiação. "Mesmo que compartilhássemos de opiniões distintas, e até valores conflitantes, acredito que realizamos um trabalho incrível. Eu fico triste por não poder encerrar o ciclo como manda o protocolo", desabafou.

Alguns meses após vencer o concurso em 2020, Julia Gama quis mostrar que não compartilha das mesmas opiniões que a cúpula do programa, e chegou a se posicionar publicamente contra a política do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). A Miss explicou que não suportava mais ser tachada de bolsonarista por ter participado do concurso, e também reclamou de algumas regras machistas da competição, como a obrigatoriedade de ser solteira.

O concurso também se pronunciou sobre o caso, afirmando que Julia quebrou regras de seu contrato e por isso foi barrada do evento. "Ao longo dos meses, a Miss gerou polêmica ao questionar na mídia as regras do concurso, acusando a organização de ser ultrapassada e machista ao seguir as regras previstos no contrato de franquia com o Miss Universo", afirmou em nota oficial.

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