Jacquin passa sufoco em restaurante: 'Briguei, vomitei e saí para chorar'

Foto: Divulgação/Band

Erick Jacquin, jurado do ‘Masterchef’, passou sufoco em restaurantes de São Paulo. O cozinheiro conta que não foi bem recebido, comeu comidas ruins e até saiu dos estabelecimentos para chorar de tão chocado que ficou.

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As experiências negativas serão mostradas no programa ‘Pesadelo na Cozinha’, que estreia sua segunda temporada na próxima terça-feira (27), às 22h45, na Band.

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Na atração, Jacquin e uma equipe de profissionais do ramo da gastronomia vão em sete restaurantes que estão à beira da falência para salvar as empresas. O problema, segundo ele, é que nem todos os donos de restaurantes estão prontos para ouvir seus pitacos e realizar as mudanças necessárias.

“Briguei, xinguei vomitei duas vezes e saí para chorar nessa temporada. Algumas coisas me marcaram de uma forma nojenta”, conta ele, que em um dos restaurantes precisou jogar mercadoria no lixo por causa da refrigeração.

“O cara desligava o freezer para economizar energia durante a noite e ligava de dia. Nunca vi isso na minha vida. Ele não gostou, mas nós jogamos tudo fora. Para ele, não estava errado. Mas o meu trabalho é ajudar esse pessoal”, conta o chef.

Nas imagens divulgadas, Jacquin aparece em discussões calorosas, pedindo para os clientes não comerem por falta de higiene e até pensando em desistir do programa. “É difícil entrar na casa dos outros e falar que a comida é uma merda. Tem gente que me respeita só na minha frente, mas fala mal pelas costas, usa palavrões fortes”, lamenta.

O chef de cozinha passa uma semana em cada um dos restaurantes. Nesta temporada, ele ajudará sete estabelecimentos. O resultado é surpreendente. Além das dicas para melhorar o cardápio, Jacquin e sua equipe reformam os restaurantes. Ele não esconde a emoção ao falar sobre a evolução de cada um.

“Com o tempo percebem que estou certo. Depois que o programa for ao ar, essas casas vão lotar. Às vezes, a gente pensa que um restaurante é só o que aparece nas revistas, nas fotos. Mas é uma luta para abrir e conseguir não fechar”, avalia o mestre, que fala por experiência própria depois de atravessar crises e até falir um restaurante em São Paulo. “É por isso que tenho como ajudar essa pessoas. Já senti a dor que elas sentem”, completa.