Irmã de Britney Spears pede que mídia não repita erros e sai em defesa da artista

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dias depois do lançamento de um documentário não-autorizado de Britney Spears, 39, Jamie Lynn Spears, 29, irmã dela, se manifestou em defesa da cantora. O documentário não-autorizado "Framing Britney Spears", produzido pelo jornal The New York Times, levanta suspeitas e mostra a forma como Britney foi tratada por pessoas próximas, pela mídia e pelo público ao longo da carreira. Pelas redes sociais, Jamie atacou a imprensa. "Querida mídia, tente não repetir os erros do seu passado. Olhe para onde isso nos levou. Façam melhor", postou. Ela completou: "Todo mundo que você encontra está lutando uma batalha da qual você sabe nada. Seja gentil. Sempre". A cantora se manifestou publicamente, pela primeira vez, sobre o documentário não-autorizado "Framing Britney Spears". "Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos muitas vidas lindas e brilhantes!", declarou. O filme conta a história da ascensão de Britney no mundo da fama, e como a artista foi alvo perseguido pela imprensa e mídia. Também foca no acordo judicial sob qual a cantora está, desde seu surto dem 2007, que a proíbe de administrar sua própria vida e finanças e a coloca sob a tutela de seu pai, Jamie Spears. "Lembre, não importa o quanto a gente ache que sabe sobre a vida de uma pessoa, nada se compara a própria pessoa por trás das câmeras", continuou Britney em seu Twitter. Ela também compartilhou um vídeo de sua performance de "Toxic" em 2018, e escreveu: "Eu sempre amei estar no palco, mas estou tirando um momento para aprender como ser uma pessoa normal". Seu namorado, o iraniano Sam Asghari, 27, também falou sobre o documentário: "Eu sempre quis nada além do melhor para minha cara-metade e continuarei a apoiá-la em seus sonhos e na criação do futuro que ela deseja e merece", afirmou em declaração à People, "Sou grato por todo o amor e apoio que ela está recebendo de seus fãs em todo o mundo". Um tema também abordado em "Framing Britney Spears" é a campanha #FreeBritney, que tem apoio de milhares de fãs e voltou à tona após o lançamento da produção. Os apoiadores acreditam que a cantora é refém justamente devido ao acordo judicial, e ganhou força em 2020 quando a artista pressionou seu pai para que ele deixasse o papel de tutor.