Irã vingará morte de coronel da Guarda Revolucionária, diz presidente

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Familiares do coronel Sayad Khodai choram diante de seu corpo dentro de seu carro após ele ter sido, segundo relatos, assassinado a tiros em Teerã
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DUBAI (Reuters) - O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, afirmou na segunda-feira que Teerã vingará a morte do coronel da Guarda Revolucionária Hassan Sayad Khodai, que foi morto por duas pessoas em uma motocicleta na capital iraniana.

"Eu determinei que nossas forças de Segurança sigam com seriedade esse assunto, e eu não tenho dúvidas que a vingança pelo sangue puro de nosso mártir será feita", disse Raisi.

A agência de notícias semi-oficial Isna disse que membros de uma rede do Serviço de Inteligência Israelense foram descobertos e presos pela Guarda.

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, que supervisiona a agência de Inteligência Mossad, se recusou a comentar os eventos em Teerã.

O assassinato no domingo apenas reforça a determinação da Guarda de confrontar os inimigos do Irã e defender os interesses nacionais e de segurança do país, afirmou o porta-voz da instituição Ramazan Sharif, citado pela agência de notícias semi-oficial Mehr.

"Os bandidos e grupos terroristas afiliados com a opressão global e o sionismo irão enfrentar as consequências de suas ações", afirmou.

A imprensa israelense diz que Khodai dirigia uma unidade da Força Quds --braço internacional da Guarda Revolucionária-- que estaria planejando ataques a israelenses fora do país.

(Reportagem da redação de Dubai)

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