Inseminação caseira: entenda os riscos do método para engravidar

A inseminação caseira (IC), também chamada de inseminação doméstica, é um método de planejamento familiar amplamente divulgado nas redes sociais. É tido como a solução para pessoas que não têm condições financeiras ou não querem realizar o procedimento de reprodução assistida em clínicas especializadas.

“Apesar de não ser amparada por nenhuma legislação no Brasil, a inseminação caseira vem crescendo pela questão econômica. Um procedimento assistido por profissionais de saúde é caro e, no sistema público, a fila é extremamente demorada, além de serem escassos os serviços que oferecem o tratamento”, explica a ginecologista e sexóloga Aline Ambrosio.

Normalmente a técnica é considerada por casais homoafetivos formados por mulheres, mas também é realizada por casais heterossexuais, em que o homem apresenta problemas de fertilidade, ou por mulheres que desejam ingressar na maternidade.

Embora a inseminação caseira não seja legalmente vedada, destaca-se que ela não é aconselhada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pode trazer diversos riscos à saúde, além de expor os indivíduos a situações constrangedoras e até problemas judiciais.

Como é feita a inseminação caseira?

A inseminação caseira consiste na coleta e na implantação do sêmen com o auxílio de um aplicador sem a assistência de um profissional de saúde em âmbito doméstico. O procedimento começa ainda na internet, onde busca-se um doador de esperma não anônimo, geralmente em grupos destinados a tal prática.

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