Ingrid Guimarães culpa governo e negacionismo por morte de Paulo Gustavo: "Já era pra estar vacinado"

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https://www.instagram.com/p/COfh5H0F7DH/
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Resumo da notícia

  • Ingrid Guimarães criticou aglomerações e negacionismo durante a pandemia após a morte de Paulo Gustavo

  • A atriz falou sobre o descaso do governo federal

  • Ingrid também criticou o estado da saúde público e as mais de 420 mil mortes pelo vírus no Brasil

Ingrid Guimarães usou seu Instagram nesta segunda-feira (10) para expressar sua revolta com a morte do amigo Paulo Gustavo, que falecei após dois meses de internação com um caso grave da Covid-19.

A atriz postou um trecho do depoimento de Dona Déa Lúcia, mãe do humorista, que chorou em entrevista ao Fantástico ao falar sobre corrupção em tempos de pandemia.

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"Paulo Gustavo já era pra estar vacinado. Há 9 meses quando 70 milhões de vacinas foram rejeitadas. Quando a ciência foi descredibilizada. Quando a doença foi minimizada. Muitas mortes teriam sido evitadas. Paulo Gustavo deu uma cara pra morte. Mas ela já estava aí nos hospitais públicos sem direito a Ecmo, nem tratamento especial. Ele catalisou a dor coletiva. Porque o humor tem esse poder", escreveu Ingrid.

A atriz deixou claro que Paulo Gustavo não tinha nenhuma comorbidade, e que o número crescente de variantes do vírus no Brasil já atinge a todos sem grupos de risco. "Não, ele não tinha NENHUMA comorbidade. Nem aglomerou, era bem cuidadoso. Sim, parte da graça do Brasil se foi. Pelo negacionismo de um país que tem talento pra alegria. Ou tinha. Não pode ser em vão. Não pode. Por ele e pelas mais de 420 mil mortes. Paulo Gustavo é mais político que a própria política. Se cuidem".

Paulo Gustavo morreu na semana que deu início à CPI da Covid-19, na qual o Senado apura ações e omissões do governo federal no combate à pandemia. O depoimento mais recente foi do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que se esquivou sobre o uso da cloroquina e negou ter autorizado a distribuição do medicamento.

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