Halle Berry se oferece para dirigir remake de "Mulher-Gato"

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(Imagem: divulgação Warner)
Halle Berry como Mulher-Gato em pôster de divulgação do filme (Imagem: divulgação Warner)

Resumo da notícia:

  • Halle Berry gostaria de dirigir um remake de "Mulher-Gato", o filme mais criticado da sua carreira

  • "Eu traria a Mulher-Gato salvando o mundo, como a maioria dos super-heróis masculinos", diz ela

  • Atriz estreia na direção com "Ferida", filme da Netflix que estreia em 24 de novembro

Halle Berry estreia na direção em 24 de novembro com "Ferida", filme da Netflix em que interpreta uma ex-lutadora de MMA. Animada com a nova jornada por trás das câmeras, a atriz de 55 anos já pensa em um novo projeto: dirigir um remake de "Mulher-Gato" (2004), o filme mais criticado da sua carreira.

“Eu adoraria dirigir Mulher-Gato", disse ela em entrevista ao canal Jake's Takes. "Se eu pudesse fazer esse trabalho agora, sabendo o que sei, tendo passado por essa experiência, e reimaginar aquele mundo da mesma forma que reimaginei essa história", contou a estrela de Hollywood.

“'Ferida' foi escrito para uma garota irlandesa católica branca de 25 anos, e eu tive que reimaginá-lo. Eu gostaria de poder voltar e reimaginar a Mulher-Gato e refazer isso", continuou a estrela - que só não se arrependeu de ter estrelado o longa da DC Comics por causa do cachê.

“Eu traria a Mulher-Gato salvando o mundo como a maioria dos super-heróis masculinos e não apenas salvando as mulheres de seus rostos rachados, sabe, aumentando as apostas. E acho que deve ser mais inclusivo para homens e mulheres", finalizou.

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Em sua fala, Halle Berry fez referência à vilã Laurel Hedare (Sharon Stone), interpretada por Sharon Stone e lembrada pelo plano caricato de vender produtos de beleza que transformava os rostos de mulheres em mármore. Hoje, é consenso que a trama de "Mulher-Gato" era sexista.

Única mulher negra a receber a estatueta do Oscar de Melhor Atriz, Berry já apontou diversas vezes que o seu "Mulher-Gato" reforçou estereótipos femininos. "Eu pensei: 'Esta é uma grande chance para uma mulher negra ser uma super-heroína. Por que eu não tentaria isso?", lembrou à Variety.

"Lembro-me de ter discussões sobre: 'Por que a Mulher-Gato não pode salvar o mundo como o Batman e o Super-Homem fazem? Por que ela está apenas salvando as mulheres de um creme facial que quebra seu rosto?'. Mas eu era apenas uma atriz contratada. Não era a diretora. Não poderia fazer nada", concluiu.

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