Gretchen revela motivo por trás da demissão da Rede TV! e entrega: ''Foi no susto''

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Gretchen apresentou o "Encrenca", da Rede TV! (Foto: Reprodução/ Instagram @mariagretchen)

Pouco depois de serem contratados para integrar o "Encrenca", Gretchen, Tokinho e Narcisa Tamborindeguy foram demitidos da Rede TV! na tarde da última quarta-feira (11). A notícia, no entanto, não pegou apenas o público de surpresa, como também os próprios envolvidos na história.

Segundo a emissora, o programa seria reestruturado, de forma que os apresentadores apenas iriam reagir a vídeos curtos e virais. Em entrevista ao site Hugo Gloss, Gretchen contou que o objetivo da Rede TV! é "competir e não entreter", visto que não querem um "programa de entretenimento e sim de 'zap zap'". "Quem vai ficar são pessoas especialistas nisso", disse ela.

"[A demissão] foi no susto total, acabou sendo amigável", confessou. "Mas não esperava por isso. Estava amando apresentar o programa, por ser o primeiro a estar na linha de frente. Mas no formato que queriam, era impossível continuar", afirmou.

Ainda que não esteja à frente do novo formato, a cantora admitiu estar feliz com o convite e a experiência. "Aproveitei para mostrar pra todos que sou também uma ótima apresentadora. Agora é vida que segue e que venham novos projetos", disse.

Anteriormente, o "Encrenca" era comandado por Tatola Godas, Dennys Motta, Ricardinho Mendonça e Ângelo Campos. O quarteto, no entanto, trocou a Rede TV! pela Band, onde apresentam o "Perrengue", que passou a ser o grande concorrente da atração.

Feminista raiz

Com mais de 40 anos de carreira, Gretchen jamais se intimidou com as situações difíceis que enfrentou em seus 62 anos de existência. Quebrando vários tabus desde que apareceu na mídia, a cantora se orgulha da sua trajetória. Quando participou do Yahoo Entrevista, exibido em abril, ela falou sobre ser empoderada em uma sociedade estruturada no patriarcado.

“ Se eu fosse mais feminista do que eu já era ia ser over, não ia ter jeito. As pessoas não iriam entender, como muitas vezes não entenderam. Antes, eu era [vista como] a que gostava de trocar de marido porque não gostava de ficar com um homem só. Hoje, sou a mulher que procurava a felicidade porque aquele homem não me satisfazia, porque ele não era fiel, porque ele não era legal, porque eu sofria violência doméstica. Então, eu tinha e tenho o direito de procurar outro".

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