Mulheres grávidas podem transar?

Raphael Andrade
·2 minuto de leitura
Ao contrário da crença popular, grávidas podem transar sem nenhum problema (Foto: Getty Images)
Ao contrário da crença popular, grávidas podem transar sem nenhum problema (Foto: Getty Images)

Ao contrário do que o mito prega, fazer sexo durante o período da gravidez não é algo prejudicial ou que possa fazer mal ao bebê, ou seja, não se preocupe: grávida pode transar, sim. O período de gestação pode ser um momento repleto de sexo bom e não se deve parar de transar com medo de que a prática possa prejudicar o feto.

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Ter relações sexuais é algo normal e pode ser algo muito benéfico tanto para a mulher quanto para o bebê, como a liberação de endorfina durante o ato sexual, um hormônio que chega até a placenta e afeta o bebê, promovendo tranquilidade, bem-estar, relaxamento e conforto. Além disso, como a lubrificação vaginal aumenta durante a gestação, é mais fácil que a mulher atinja o orgasmo, já que o sangue irrigado para a região deixa o corpo mais sensível, aumentando a probabilidade de um sexo gostoso.

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Também não é necessário se privar de ter relações sexuais nos primeiros meses de gravidez. O casal pode transar com completa liberdade, com a única ressalva sendo caso o ginecologista aponte alguma contraindicação, como em casos de ameaça de abortamento ou de parto prematuro. Um dos poucos sinais que podem indicar que se deve evitar o sexo é na ocasião de sangramentos no primeiro trimestre da gravidez, uma vez que o orgasmo pode ser um fator que intensifica contrações que podem já estar acontecendo.

É importante esclarecer também que fazer sexo e ter orgasmos são dois elementos que não influenciam de maneira alguma o acontecimento de abortos. Em outras palavras, não precisa ter receio, grávida pode transar.

Por outro lado, após o parto, ter relações sexuais é desaconselhável já que o corpo da mulher sofre muitas modificações durante os nove meses anteriores, e todo o trato reprodutor feminino e o útero precisam de tempo para que voltem ao seu estado inicial. Assim, é preciso de, no mínimo, 30 dias para que a prática de sexo com penetração aconteça. Caso sexo aconteça antes deste período, existe um risco de infecção uterina.

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